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Encontre novas perspectivas e faça seu negócio prosperar!

A mentoria de finanças ajuda a empresa a ter maior competitividade em seu mercado.

O que é mentoria de finanças? Como funciona?

Empreender envolve o dom de criar e a decisão de executar. Porém, não se trata de apenas colocar as ideias em prática, mas estruturar o negócio para que a sua solução seja disponibilizada a quem precisa. Por isso, quando o empreendedor se torna empresário, é comum se deparar com questões administrativas e financeiras que dificultam o desenvolvimento do negócio. É quando o trabalho da mentoria de finanças se faz necessário para ajudá-lo a prosperar!

São duas as situações mais comuns em que empreendedores e empresário recorrem ao auxílio de uma mentoria de finanças: 

  1. algum momento de crise financeira, para evitar que a empresa quebre; 
  2. quando a empresa tem uma boa saúde financeira, mas não consegue crescer.

O que é mentoria de finanças

Portanto, a mentoria de finanças é um serviço de suporte ao empreendedor e empresário, que une o conhecimento à experiência para ajudá-lo a entender a origem dos problemas financeiros e o caminho para ter competitividade em seu mercado e prosperar.

Como funciona a mentoria de finanças em momento de crise financeira?

O primeiro passo da mentoria de finanças em situação de crise é compreender as necessidades e os desafios específicos do negócio. Geralmente isso é feito em uma reunião inicial, em conjunto com o executor ou gestor da empresa. Quando necessário, a empresa também é visitada e os seus processos são avaliados de perto, para que a causa dos problemas financeiros possa ser identificada.

Então é feito um diagnóstico e, em seguida, definido um plano de ação. Sendo que todo esse processo é realizado de forma prática, didática e personalizada. A proposta da mentoria, neste caso, é ajudar a evitar ou minimizar os efeitos dos problemas identificados. A mentoria também mostra o caminho para facilitar a análise contínua dos dados financeiros para o gestor compreender os porquês e saber como agir previamente.

Como funciona a mentoria de finanças quando a empresa busca o crescimento?

O primeiro passo da mentoria para quem almeja alcançar níveis mais elevados com o negócio é o mesmo do caso anterior: compreender as necessidades e os desafios em uma reunião inicial para depois determinar um diagnóstico e o plano de ação. Porém, o foco será identificar o que tem impedido a empresa de aumentar seus ganhos e de encontrar oportunidades de crescimento.

Além disso, a mentoria de finanças contribui para a compreensão dos números do negócio e para que o empresário encontre maneiras práticas e efetivas de manter o controle financeiro. Para isso, são apresentadas ferramentas gerenciais que lhe permitem ter uma visão ampla da situação financeira da empresa a qualquer momento, desenvolver soluções adequadas à realidade do negócio em cada contexto e evitar imprevistos financeiros no futuro.

Pare de “dar murro em ponta de faca”!

A grande vantagem de uma empresa contratar uma mentoria de finanças é a possibilidade de acessar rapidamente o conhecimento necessário para assumir o controle financeiro e contar com a experiência de quem já presenciou inúmeras situações semelhantes e, portanto, sabe como chegar às suas respectivas resoluções

Essa combinação de conhecimento com experiência, que eu costumo chamar de sabedoria, não se adquire da noite para o dia, mas pode ser recebida por mentores dedicados a contribuir para o sucesso de inúmeras empresas, independentemente da sua situação, porte ou ramo de atividade.

Por isso, em vez de continuar “dando murro em ponta de faca”, tentando resolver tudo sozinho, procure ajuda com quem é especialista e pode ajudá-lo a encontrar novas perspectivas. Clique para saber mais sobre mentoria de finanças e agende uma conversa inicial sem compromisso!

CLÍNICA DE NEGÓCIOS

Conceitos básicos de finanças para gestão empresarial

Com determinação e disciplina é possível entender os conceitos básicos de finanças para ter uma boa gestão.

O que fazer antes de abrir um negócio? - conceitos básicos de finanças

Quando um empreendedor coloca em prática suas ideias e abre uma empresa, passa a ter a responsabilidade de gerir o negócio como um empresário. Porém, para muitos, encarar a parte administrativa pode ser desafiador para conseguir esta realização. Isso acontece porque o empreendedor e o empresário têm diferentes perfis (veja as definições no artigo “Empreendedor e empresário – diferenças e importância de cada perfil”). Sendo assim, o empreendedor tem mais facilidade para criar (“fazer acontecer”) e o empresário atua melhor na gestão do negócio (lidar com os números relacionados aos conceitos básicos de finanças).

Como o brasileiro tende a ter um perfil mais de empreendedor do que de empresário, é natural que enfrente dificuldades com gestão financeira ao empreender. Isso sem contar com a defasagem educacional do país, que não proporciona uma educação financeira adequada nas escolas.

Entretanto, com um pouco de determinação e disciplina é possível entender os conceitos básicos de finanças e desenvolver uma boa gestão financeira! Por isso, convido você a ler este artigo e se dedicar à busca deste conhecimento para construir uma história de sucesso com o seu negócio.

Principais erros em gestão financeira

A maioria dos empreendedores começa o negócio sem preparo e cai em algumas das armadilhas mais comuns que quebram uma empresa:

  • achar que o que sobra no caixa é lucro
  • contar com empréstimos para pagar as contas (fabricar dinheiro)
  • não saber precificar
  • não conhecer o estoque
  • responsabilizar os outros pelos problemas da empresa

O curioso é que os principais erros em gestão financeira acontecem em situações que os empreendedores acreditam, sinceramente, que estão tomando as decisões certas e que não há riscos para a saúde financeira da empresa. Então, sem perceber, acabam com a liquidez da empresa e ficam sem capital de giro, que é o conjunto de valores necessários para a empresa fazer seus negócios sem precisar buscar recursos financeiros provenientes de terceiros.

Conceitos básicos de finanças para recomeçar

A boa notícia é que sempre há tempo para recomeçar e conhecer o caminho que o ajudará a evitar falhas na gestão empresarial deste momento em diante. Portanto, comece aceitando os seus erros e olhando para a lição que você pode tirar de cada um deles. Até porque, conforme você for conhecendo os números do seu negócio, ao estudar os conceitos básicos de finanças, provavelmente identificará vários erros. Afinal, errar faz parte da trajetória empreendedora!

Implemente um fluxo de caixa com plano de contas gerencial em sua empresa e crie uma rotina diária de registros e monitoramento das movimentações. Esta ferramenta será muito útil para você entender a real situação financeira da empresa e as razões para faltar dinheiro para pagar as contas do dia a dia.

É importante que você tenha uma informação precisa sobre os números do seu negócio, por isso, tudo precisa ser registrado. Assim você terá os dados exatos para ajustar o que for preciso, garantir que a empresa terá liquidez e planejar investimentos futuros.

Dicas de ouro para a prosperidade do negócio

Não tente fazer tudo sozinho! Uma empresa é constituída de pessoas, administradas por pessoas para servir pessoas, logo precisa de equilíbrio na distribuição de tarefas e responsabilidades. Delegue tudo o que puder, para que a administração e o funcionamento da empresa não dependa exclusivamente de você. Saia do operacional e vá para o estratégico

Desenvolva os seus colaboradores! Sua equipe precisa estar alinhada com o propósito do negócio e bem preparada para o serviço. Para isso, disponibilize treinamentos e invista no motivacional. Pessoas capacitadas e satisfeitas com o trabalho geralmente produzem mais e representam melhor a empresa diante dos clientes.

Valorize o seu cliente! Procure entender os anseios e necessidades por trás da busca pelo seu produto, mercadoria ou serviço e se questione: “É isso que estou entregando? Estou cumprindo o real propósito com o negócio?” Lembre-se que as pessoas não compram o que você vende, mas o como e o porque você faz.

Controle o seu estoque! Engana-se quem pensa que estoque cheio é garantia de sucesso, visto que, se for um produto ou mercadoria que tenha pouca saída, o valor investido ficará “preso”. Por isso, em vez de gastar o que a empresa não tem para alimentar o estoque, faça uma análise para verificar qual é a média de vendas de cada item, qual é a margem bruta (preço – custo), o prazo de reposição e programe o abastecimento do estoque. Isso aumentará o seu capital de giro!

Personalize a sua gestão financeira! Embora exista muita semelhança entre algumas empresas, cada negócio é único e as causas da falta de liquidez variam bastante. Consequentemente, é muito provável que os métodos de gestão de uma empresa não funcionem para outra.

Sabedoria no uso dos conceitos básicos de finanças

Conte com uma mentoria de finanças! Com ajuda de um profissional experiente ficará muito mais fácil e rápido identificar os pontos de melhorias no negócio para cessar a perda de dinheiro e aumentar os ganhos da empresa.

Você sabe para onde está caminhando com o seu negócio?

Para ter sustentabilidade nos negócios é preciso aprender a criar cenários para o futuro.

Eu costumo dizer aos empresários que conversam comigo e nas minhas palestras que para ter sustentabilidade nos negócios é preciso criar cenários para o futuro. Mas, embora essas pessoas concordem e se motivem com tal orientação, percebo que há uma grande dificuldade em colocar isso em prática. Não que seja algo complicado; na realidade pode ser até simples. O que torna essa prática desafiadora é a decisão de cada indivíduo quanto à mudança em sua forma de gerir o negócio.

Para criar cenários para o futuro do negócio, é preciso entender primeiro a situação da empresa no presente. E eu não estou falando de saber se existem problemas financeiros; é necessário ter uma ideia geral do que acontece no financeiro! Eu me refiro à compreensão dos números do negócio. Ou seja: compreender a causa dos problemas financeiros que gera a falta de dinheiro para pagar as contas.

A falta de liquidez na prática

Na maioria das vezes, as empresas perdem liquidez simplesmente por falta de organização financeira e estratégia. O ambiente pode ser organizado, os processos de produção e venda podem seguir critérios bem definidos… mas se o departamento financeiro não tiver o registro de todas as transações, bem como de suas respectivas justificativas (o que entrou e saiu, quando, quanto e porquê), a desorganização financeira o impedirá de acertar em decisões estratégicas.

Assim acontece por não respeitarem as datas de pagamento e de recebimento; pelo dinheiro do caixa (que é a liquidez do negócio) ser usado desavisadamente; pelo fato do estoque prender recursos que não estão sendo utilizados… Enfim, pequenos deslizes de gestão são cometidos diariamente e, de forma quase imperceptível, provocam buracos no caixa e criam novas dívidas (empréstimos com juros, por exemplo).

3 passos para o futuro do negócio

Como eu mencionei no início, o primeiro passo para mudar a história do seu negócio, é a sua decisão. Pense em como você quer estar daqui a 5 anos. Suas ações e a sua atual gestão estão alinhadas a essa expectativa?

O segundo passo é organizar as finanças. Para isso, você vai precisar de um fluxo de caixa com plano de contas gerencial e estabelecer uma rotina de registro e controle diários das movimentações. Isso vai ajudá-lo a enxergar os pontos de perda de liquidez para corrigi-los. Por vezes, você perceberá que é só ajustar algumas datas. Em outros casos, verá a necessidade de renegociar formas de pagamento, por exemplo. Seja lá qual for o seu caso, o importante é identificar as causas do problema financeiro e tomar atitudes embasadas em fatos e números reais.

O terceiro passo é preparar o financeiro para o futuro do negócio, que é o que eu chamo de criar cenários. Oriente-se por comparações entre o que foi previsto e o que foi realizado e pelos lançamentos futuros. Observar o comportamento financeiro da empresa, ter controle de tudo o que entra e sai e contar com estimativas coerentes a curto e médio prazos viabilizarão o seu planejamento estratégico.

Criar cenários como um estilo de gestão

Há uma frase bastante conhecida que diz que pra quem não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve. Isso explica por que tantos empresários caminham para a quebra da empresa sem perceber. Lembre-se de que o sucesso depende das nossas escolhas, então precisamos ter um caminho bem definido para alcançá-lo.

Em termos práticos, isso significa planejar ações que levem o negócio ao objetivo almejado, considerando a sua realidade. Sendo assim, recomendo que, após organizar as finanças, você use as informações do seu fluxo de caixa para se preparar com antecedência para imprevistos e, em paralelo, planejar novos investimentos.

Independentemente de qual seja o caminho que você decida traçar, o importante é sempre se manter atento aos resultados (diariamente). Se estiverem de acordo com o previsto, você saberá que está no caminho certo e poderá prosseguir; se não estiverem alinhados com o plano, você terá o comparativo (previsto x realizado) para mostrar o que precisa ser ajustado a fim de se manter no rumo pré-definido.

Essa deve ser uma constante na vida empreendedora de quem sabe onde quer chegar. Portanto, se você quiser prosperar e estiver disposto a sair da sua zona de conforto para reescrever o futuro do negócio, coloque ordem no seu financeiro e inclua essa rotina de cuidados para a criação de cenários em sua gestão. Você se surpreenderá com o que é capaz de realizar!

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Foto: Pexels

Como saber quando a minha empresa vai mal financeiramente?

Não são os insights e improvisos que mantêm um negócio, mas o planejamento que o direciona.

Embora seja importante se reinventar quando surgem imprevistos, não são os insights e improvisos que mantêm um negócio, mas o planejamento que o direciona. Se as decisões financeiras são sempre tomadas conforme as necessidades imediatas, talvez você não perceba que a empresa vai mal enquanto há tempo para salvá-la.

Por isso, hoje vou compartilhar com você um trecho de uma entrevista gravada pela KLA Educação Empresarial em que menciono situações comuns e financeiramente temerárias. Assista ao vídeo pensando em sua gestão financeira para saber se este é o caso da sua empresa, também.

3 pilares que revelam quando a empresa vai mal

Como expliquei no vídeo acima, para ter sucesso dentro de uma empresa, é preciso ter uma visão estratégica em três frentes: gestão do negócio, banco e governo.

1. Gestão do negócio

Conhecer e saber interpretar os números do seu negócio é fundamental para acertar nas decisões relativas às finanças. Para tanto, você precisa ter conhecimento sobre tudo o que entra e sai do caixa, as datas e os motivos das transações realizadas e a realizar. Além disso, é importante que você faça comparativos entre o que estava previsto e o que foi realizado, para ajustar a estratégia conforme a realidade do negócio.

2. Banco

Acostumado a usar o cheque especial para cobrir “emergências” financeiras, o empresário brasileiro ainda dá pouca importância para as altas taxas de juros dos bancos. Assim, resolve problemas imediatos sem considerar as consequentes dívidas administrativas e, em vez de melhorar a situação, intensifica o desequilíbrio financeiro da empresa sem perceber. Neste caso, também é imprescindível entender os números e ter ciência das consequências de cada negociação para não perder dinheiro.

3. Governo

Concordando ou não, os impostos estão aí e precisam ser pagos, pois, se não o fizermos, uma hora a Receita Federal vai bater em nossa porta com a conta em aberto acrescida de uma multa que pode variar de 75% a 225%. Isso porque o Sistema de Escrituração Digital (SPED) tem fechado o cerco com a comparação de dados, impedindo que a sonegação de impostos passe despercebida. Sendo assim, em vez de apostar no “jeitinho brasileiro”, estude as opções de tributação, junto com o seu contador, e escolha a mais adequada ao seu negócio para pagar menos.

Mudança de cenário quando a empresa vai mal

A grande vantagem de compreender os números do negócio, do banco e do governo, é poder criar cenários financeiros que favorecem a empresa. Porque assim você identifica as causas dos problemas, podendo trabalhar nesses pontos para eliminar a falta de lucro e liquidez.

Esse é um caminho que funciona tanto em momentos que a empresa vai mal quanto na busca por melhores resultados financeiros, visando o seu crescimento. Afinal, não estamos falando de soluções paliativas, mas de planejamentos que possibilitam o controle financeiro contínuo e a implantação de medidas preventivas para situações inesperadas.

Dobramos o faturamento priorizando o emprego das pessoas

Achamos uma forma sustentável de manter o emprego das pessoas na pandemia pela gestão financeira.

No ano da pandemia (2020), dobramos o faturamento de venda com um trabalho de gestão financeira! Enquanto o mercado se retraía, devido à baixa nas vendas, saímos à frente, trabalhando a partir dos números do próprio negócio e com uma nova estratégia comercial. Em vez de vender produtos, nós estabelecemos um negócio: vendemos a solução para resolver a dor do cliente. 

Embora essa fosse uma empresa consolidada no mercado e financeiramente saudável, seus resultados eram constantes até o ano de 2019. Então analisamos, juntos, os números do negócio para identificar práticas administrativas e financeiras da empresa que poderiam mudar. Com base nesse estudo, estabelecemos metas e criamos um plano estratégico.

A pandemia ameaçou as metas de vendas e o emprego das pessoas

Ainda sem a chegada da Covid-19, iniciamos o ano de 2020 acima da meta, obtendo êxito na execução do nosso planejamento. Porém, no final de fevereiro o vírus chegou ao Brasil e a nossa realidade mudou, pois as vendas começaram a cair. 

Assim, com menos dinheiro entrando, um time de funcionários ociosos e a folha de pagamento “pesando” no bolso, começamos a nos perguntar: “Vamos mandar funcionários embora?”. Mas não era isso o que nós queríamos, por entender que essas pessoas precisavam do trabalho. Não eram números, mas vidas que estavam em jogo! 

Então decidimos rever o plano e buscar uma maneira sustentável de privilegiar o emprego das pessoas. Com mais saídas do que entradas, precisávamos cortar (ou suspender) algumas contas de forma a manter o pagamento dos salários.

Sendo assim, fizemos um levantamento de todas as contas da empresa e vimos que a folha de pagamento tinha o mesmo valor dos impostos. Logo, interrompemos o pagamento dos impostos, deixando para negociar com o governo posteriormente, e mantivemos a equipe.

A empresa remou contra a maré e saiu na frente da concorrência

Só que trocar a conta dos impostos pela conta da folha não resolveria o problema se essas pessoas permanecessem ociosas e improdutivas. Foi quando resolvemos seguir o caminho contrário ao da maioria: no mês que as vendas mais caíram, seguramos todas as contas, pegamos o estoque que já tínhamos e aceleramos a produção.

Nós sabíamos que mais adiante o mercado voltaria a se movimentar e a procura aumentaria. Consequentemente, enquanto a concorrência buscasse recursos para se reerguer, visto que provavelmente teria de recomeçar a produção (e talvez contratar novos colaboradores), nós já estaríamos prontos para atender o nosso público!

Privilegiar os empregos possibilitou dobrar o faturamento

Assim planejamos, nos preparamos e saímos à frente, privilegiando as necessidades das pessoas (funcionários e clientes), aproveitando com sabedoria as oportunidades que a crise nos trouxe. O resultado desse trabalho foi dobrar o faturamento em um ano economicamente difícil, construir uma nova fábrica e não só manter, mas aumentar os empregos para a população.

Se você, como este meu cliente, tem uma boa empresa, mas deseja alcançar outro patamar, entre em contato. Vamos encontrar, juntos, a oportunidade que está dentro do seu negócio e fazer acontecer!

Quero fazer a empresa crescer

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Imagem de Free-Photos por Pixabay

Crenças limitantes geram problemas financeiros na empresa

A solução para os problemas financeiros pode estar em atitudes inibidas por crenças limitantes ilógicas.

Menino sentado em cadeira de empresário - conceito: crenças limitantes

Será que os problemas financeiros da minha empresa têm sido frequentes por causa de crenças limitantes? Mas como as minhas crenças afetariam o meu negócio? – você pode se perguntar.

Primeiro é importante entender o que realmente significa o termo “crenças limitantes”. No sentido literal, podemos dizer que são coisas que, segundo o que você acredita, o impedem de realizar/limitam determinadas ações.

Quais são as crenças limitantes?

São coisas nas quais acreditamos, nossa forma de pensar (no caso, relacionadas a dinheiro) e que nos afastam ou nos impedem de atingirmos nossos objetivos, mesmo quando temos todas as informações racionais necessárias para fazê-lo. Essas crenças funcionam como mecanismos de autossabotagem.

Por incrível que pareça, não há uma lista pré-determinada de crenças limitantes. Isso porque não são exatamente as crenças que nos limitam, mas o conceito que formamos a partir delas, seguido das nossas escolhas. 

Quer um exemplo prático de crenças limitantes?

Por exemplo: o filho de um empresário bem sucedido cresce estudando em boas escolas e recebendo tudo o que precisava sem grande esforço. Durante a sua juventude, acompanha o trabalho do pai na empresa para aprender, mas não coloca a mão na massa porque não precisa.

Até que o pai fica doente e, no leito do hospital, pede para o rapaz continuar a negociação com os clientes. Eles não podiam perder o investimento que haviam feito; estavam contando com essas vendas! O filho arregala os olhos e exclama: Eu?!.

O pai insiste, dando as devidas instruções, e ele aceita. Só que, na hora da reunião, ele não sabe muito bem como conduzir e parece que tudo o que havia aprendido na teoria não valia de nada naquele momento. Naquele dia, não houve acordo com os clientes, a empresa perdeu um pouco de dinheiro e o rapaz começou a duvidar da própria capacidade.

Uma semana depois o pai sai do hospital e, de volta à ativa, remarca a reunião e consegue reverter o caso, enquanto afasta o filho da linha de frente novamente. Então o rapaz lembrou-se de todas as vezes que tentou ajudar o pai nas vendas e ouviu que “o filho do dono não tinha que trabalhar”.

Se antes essa frase era agradável de ouvir, pois o deixava em posição confortável, agora passou a ser um sinal de derrota, como se endossasse a suposta incompetência deste jovem para os negócios. Assim, quando o empresário faleceu, muitos anos depois, deixando o filho (já na meia-idade) como principal herdeiro da empresa, o negócio durou mais dois anos e logo fechou. 

Como essas crenças podem fazer um estrago tão grande?

No exemplo dessa história, nós temos pelo menos duas crenças limitantes que fizeram a empresa perder dinheiro e depois fechar:

  1. “O filho do dono não tem que trabalhar.” – Esse empresário provavelmente acreditava que poupar o filho do trabalho e das preocupações o manteria protegido e, portanto, seria melhor para a sua criação. Porém, ele se esqueceu de prepará-lo para a vida (e, consequentemente, para dar sequência ao negócio da família).
  1. “Eu sou incapaz de realizar.” – Por falta de incentivo e excesso de proteção na infância e juventude, o filho não desenvolveu sua autoconfiança e autonomia para realizar. Ele conhecia todos os procedimentos da empresa, por ter acompanhado o pai por tantos anos, mas não se sentia capaz de colocar em prática por não ter colocado a mão na massa enquanto aprendia a teoria.

O curioso é que tanto o empresário quanto o seu sucessor tinham plenas condições de fazer diferente para a empresa continuar firme no mercado. Entretanto, nenhum dos dois teve a oportunidade (que você está tendo agora) de receber esse alerta sobre as crenças limitantes e, portanto, não conseguiu perceber onde estavam os bloqueios. 

Sabe por que é tão difícil perceber espontaneamente? Porque as crenças limitantes são introduzidas na mente de forma ilógica e se misturam aos princípios que construímos ao longo da vida. Então se tornam parte de quem somos e de como agimos. Foi exatamente o que aconteceu com esses dois: eles não sabiam que esses conceitos, tão enraizados em suas mentes, eram crenças limitantes que poderiam ser repensadas.

O que tem impedido você de resolver os problemas financeiros da empresa?

Todos nós temos crenças limitantes; isso é uma questão cultural. Porém, não precisamos ficar fadados ao insucesso por causa de conceitos que, se avaliarmos, não fazem sentido para nós. Lembre-se de que nem tudo funciona exatamente da forma como disseram a você na infância. Por isso, avalie os seus pensamentos e atitudes, procure entender as verdadeiras razões dos porquês que você carrega. Afinal:

  • sua empresa não precisa ser pequena só porque você vem de uma família menos abastada; 
  • seu financeiro não precisa depender das variações do mercado e dos bancos para ter liquidez;
  • sua gestão financeira não precisa ser na base do erro e acerto porque “sempre foi assim”…
  • os outros não são melhores do que você;
  • ganhar dinheiro não é muito difícil;
  • dinheiro não é a raiz de todo mal.

Existem alternativas muito mais simples e efetivas para lidar com os seus problemas, todas a apenas um questionamento de distância. Então se dê essa oportunidade e se abra para o novo! Questionar suas possíveis crenças limitantes e experimentar o diferente fará com que você mesmo se surpreenda com o que é capaz de realizar em situação de crise.

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Foto de Courtany por Pixabay