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	<title>Projeto DSD Consultores &#187; Economia</title>
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	<description>Desafio . Solução . Desenvolvimento</description>
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		<title>Por que as empresas não ganham dinheiro?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ninguém está livre de cometer erros que podem comprometer o futuro de um negócio, o segredo é descobri-los a tempo, e ter disposição de enfrentar riscos e principalmente atitude para resolver problemas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-731" title="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" src="http://projetodsd.com.br/wp-content/uploads/2009/06/grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores.jpg" alt="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" width="260" height="465" /></p>
<p>Acredito que toda empresa, ainda que uma vez, já tenha passado por uma crise, seja ela resultado de descontrole financeiro, investimento errado, falta de controle no estoque, conflito entre sócios, perda de clientes, falta de integração da equipe, etc&#8230;</p>
<p>Em muitos casos a atitude do executivo é empurrar com a barriga, esperando que um grande milagre ocorra ou consiga um sócio capitalista para cobrir o rombo.</p>
<p>Como as empresas são idealizadas, estruturadas, administradas por pessoas para atender pessoas, é na capacidade de lidar com pessoas que reside o fracasso ou sucesso de um empreendimento.</p>
<p>Vamos estruturar esta linha de pensamento baseado em 03 níveis de pessoas:</p>
<h3>1. Empreendedor</h3>
<p>Até recentemente as pessoas eram preparadas para vender de 08 a 12 horas diárias dos seus próximos 35 a 40 anos de saúde e disposição em troca de um salário, treinamento, proteção das adversidades tanto no presente quanto no futuro e a aposentadoria complementar. E o seu sonho?</p>
<p>Enquanto isso as escolas não ajudam a descobrir os talentos naturais e como usá-los, e passam anos ensinando a decorar fórmulas, repetir receitas e a não correr riscos.</p>
<p>Empreender é aprender com os erros, ter experiências próprias, exercitar a criatividade (habilidade de ter idéias e fazer a escolha certa) e inovação (habilidade de colocá-las para funcionar de maneira diferente) para atrair pessoas que valorizam o que sua empresa sabe fazer e pague por isso.</p>
<h3>2. Funcionário</h3>
<p>As empresas estão perdendo um dos seus principais ativos – o capital humano – com isso perde-se história e conhecimento, estabeleça os direitos e deveres e tenha uma equipe que perceba que pode crescer e se desenvolver junto com a empresa.</p>
<p>A estratégia da empresa deve ser apresentada a equipe para que tenham uma visão clara do que isso significa para a empresa no longo prazo, cuidando para que cada um desempenhe o papel necessário para que as diretrizes (objetivo + meta + tempo) por departamento sejam alcançadas.</p>
<p>Não adianta só treinamento, é preciso desenvolver uma equipe que pense, execute, resolva e tenha iniciativa, disponibilize informações e estabeleca indicativos para que os funcionários não executem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal.</p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Tradicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Resolve problema</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Apaga incêndio</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Sem rumo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Ideal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Estabelece o planejamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Define os procedimentos e as diretrizes</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Resolvem os problemas, de acordo com um método</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<h3>3. Cliente</h3>
<p>O maior ativo de qualquer empresa é o cliente que foi obtido pela reputação, atendimento ou referência. É importante entender que a essência de qualquer negócio é servir pessoas para satisfazer uma necessidade, desejo ou desconforto, busque se relacionar com educação e respeito e que apesar de representar o básico, dificilmente são encontradas na maioria das empresas.</p>
<p>Cliente fidelizado volta a comprar o produto ou serviço da empresa e ainda indica para outras pessoas, isso é o boca-a-boca, uma das ferramentas mais poderosas de marketing. É importante ressaltar que o consumidor não estabelece relação com a empresa, mas com as pessoas que os atendem.</p>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=218">É fundamental conhecer Os Números do Negócio.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise mundial, após 01 ano?</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/crise-economica-mundial/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/crise-economica-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 21:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a crise das empresas “pontocom” em 2001, o Banco Central Americano (FED) baixou a taxa básica de juros que serve de parâmetro para o crédito, abaixo de 2% ao ano, para que a economia se recuperasse induzindo as pessoas a consumir o que quisessem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Em janeiro de 2001 as taxas de juros que serve de parâmetro para o crédito era 6% ao ano, após crise do “pontocom em 2001”, o Banco Central Americano (FED) baixou as taxas de juros dez vezes para 2% ao ano, na expectativa de incentivar a produção, reduzir a taxa de desemprego e induzir as pessoas a consumir.</h2>
<p>Com a economia aquecida em 2002 as empresas financeiras especializadas no mercado imobiliário passaram a conceder financiamento (sub-prime) para vender casas com prestações mais baratas que o valor do aluguel. A primeira idéia brilhante foi emprestar dinheiro á longo prazo, juros altos, para clientes sem comprovação de renda, com histórico ruim de crédito tendo as próprias casas como garantia.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é como os preços das residências subiram mais de 70% entre 2002 a 2004, e os juros eram baixos, muita gente refinanciou seus imóveis recebendo dinheiro em troca e utilizou para saldar dívidas do cartão de crédito, de empréstimos pessoais, ou comprar bens não-duráveis.</p>
<p>Ai surgiu à segunda idéia brilhante, em busca de lucros maiores gestores de fundos e bancos compraram a carteira hipotecária (sub-prime) das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitindo que uma nova quantia de dinheiro fosse novamente emprestada, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.</p>
<p>Como ganância pouca é bobagem, por um processo chamado de Securitização, as hipotecas imobiliárias foram agrupadas e transformadas em títulos negociados pelos bancos de investimentos de Wall Street, para centenas de seguradoras, fundos de pensão e bancos do mundo.</p>
<p>Um dos primeiros sinais da crise foi a retração do mercado imobiliário a partir de junho 2006 em função do grande volume de oferta de casas, ninguém queria mais comprar, as construtoras cancelaram as obras e demitiram funcionários. Para conter a inflação que chegou a 2,9% ao ano, acima de 2% considerada como nível aceitável, o Fed aumentou a taxa de juros chegando a 5,25% ao ano em 2006.</p>
<p>Em 2007 os bancos reajustaram os valores das prestações das hipotecas imobiliárias, assim muita gente se viu pagando dívidas maiores do que o bem a elas atrelado, o que fez ocorrer o movimento de desistência das prestações por parte dos mutuários e o aumento na inadimplência dos empréstimos forçou os bancos a executarem as hipotecas imobiliárias (sup-prime). A partir daí descobriu-se que os sólidos investimentos em imóveis eram na verdade um castelo de cartas e facilitada pela escassa regulação dos mercados financeiros e pela fiscalização ineficiente por parte do Tesouro e Banco Central dos EUA a crise contaminou o mercado mundial, fundos de investimentos de todo o mundo tiveram de desfazer ativos de outros setores para compensar as perdas dos títulos (sub-prime).</p>
<p>Na semana de 15 de setembro de 2008, quando o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, a AIG desmoronou e o Merrill Lynch entregou os pontos, grandes empresas, investidores anônimos, bancos de investimentos e fundos de pensão foram juntos para o buraco e o valor dos ativos financeiros em todo mundo reduziu US$ 50 trilhões (valor equivalente a todo PIB mundial ou toda a riqueza produzida por 6,5 bilhões da população humana durante 01 ano).</p>
<p>Uma das causas foi que os bancos americanos para cada dólar que tinham em capital, eles acumularam dívidas em alguns casos superiores a 40 dólares, baseado em operações de alto risco e pagando bônus milionários aos banqueiros baseados em lucros fictícios.</p>
<p>Ao perceber o tamanho da encrenca e para estancar a quebradeira o  governo americano ignorou as leis de mercado e dividiu as instituições financeiras em duas categorias. A primeira formada por 19 bancos (“G-19”) considerados grandes demais para quebrar e neles injetou algumas dezenas de bilhões de dólares e a segunda turma formada pelo resto foi deixado para se virar sozinha. Atualmente são vistos como bancos poucos seguros, pois não tem o colchão do Tio Sam e não importa se administram corretamente e geram lucro, a sua sobrevivência está ameaçada, até agosto/09, 81 bancos americanos já tinham quebrado e outros 400 estão na corda bamba.</p>
<p>Em decorrência disto a turma do “G-19” está sem rivais no mercado e arriscando a vontade, mesmo sabendo que o negócio pode quebrar, pois o governo americano vai estar lá para evitar o pior e o prejuízo será do contribuinte.</p>
<p>Para as famílias americanas cujos gastos representam 15% da economia global e 70% da economia americana, o governo providenciou estímulos fiscais e uma taxa básica de juros entre 0 e 0,25% por ano para incentivar o consumo, aumentar a produção e baixar o desemprego.</p>
<p>Mas isso não ajuda nada, pois, eles estão atolados com uma dívida que chegou a 138% da sua renda ou mais de US$ 13 trilhões, só no cartão de crédito US$ 3 trilhões (equivalente ao dobro do PIB do Brasil), com poupança zero, salários mais baixos, com emprego ameaçado (taxa atual de desemprego 9,4% o maior nos últimos 25 anos e para pagar esta conta vão ter que diminuir o consumo o que será um problema para a recuperação econômica.</p>
<p>Além disso, 02 problemas estão tirando o sono do governo americano atualmente, o primeiro é que nem ele nem os bancos conseguem calcular o valor dos títulos lastreados em hipotecas ou outros ativos que ainda estão em carteira.</p>
<p>Em julho de 2009, o presidente Barack Obama divulgou sua proposta para inovação do sistema financeiro que precisa ser aprovado pelo Congresso, mas, que contempla 02 aspectos importantes:</p>
<ul>
<li>Quanto maior o banco, maior o seu colchão de capital próprio e, portanto, menor sua capacidade de tomar dinheiro emprestado.</li>
<li>O bônus será baseado em longos prazos, para que os executivos não atuem de maneira irresponsável em troca de lucros imediatos.</li>
</ul>
<p>O segundo é talvez o principal fator de risco para a economia daqui para frente é o déficit fiscal (diferença entre as receitas do governo e as suas despesas) de US$ 1,85 trilhões para o ano fiscal que terminou em 30 de setembro/09 que corresponde a 12,8% do PIB com projeção de 82% do PIB em 2019.</p>
<p>Sendo que as causas são os gastos militares, sistemas de pensões, saúde pública e a queda na arrecadação fiscal.</p>
<p>O terceiro é o déficit comercial, em torno de US$ 800 bilhões anuais, para resolver esta situação os americanos terão não só de importar menos, mas também voltar a exportar.</p>
<p>Esses dois megadéficits (o orçamentário e o comercial) passaram a viver por meio:</p>
<ul>
<li>Internamente, emissão de dólares.</li>
<li>Externamente, pedindo emprestado por meio de venda de títulos do Tesouro dos Estados Unidos (T-Bond) que financia a dívida, adia o vencimento, mas não a diminui, ao contrário pode aumentar.</li>
</ul>
<p>A conseqüência é que a dívida externa dos EUA (resultado de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior pelo governo (70%), empresas estatais ou privadas) é de US$ 14 trilhões e se continuar neste ritmo, haverá um risco enorme, para começar, teremos a depreciação do dólar e inflação alta, já que o governo vai ter que acabar imprimindo dólar para financiar o déficit, pois, o (T-Bond) vai ser mais difícil vender, desemprego em massa, falência de empresas, baixos níveis de produção e investimentos.</p>
<p>Se este cenário vai acontecer ninguém sabe, tudo isto é uma novidade, pois o problema financeiro atual é causado pelo setor privado e não pelo público, o que torna mais difícil planejar os negócios.</p>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=262">Brasil sai da recessão, mas não da crise.</a></p>
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		<item>
		<title>Brasil sai da recessão, mas não da crise</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/eles-ja-chegaram-ao-fundo-do-poco/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O início de 2009 foi caracterizado pela crise do setor imobiliário americano, que acabou produzindo uma crise financeira tendo como conseqüência a paralisação do crédito e do investimento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A economia brasileira nos últimos anos (2006-2008) cresceu a passos rápidos, ajudada pelo aumento de preço das commodities (minérios e gêneros agrícolas produzidos em larga escala e comercializados em nível mundial) pelo inédito volume de recursos financeiros externos sob as mais variadas formas, pelo crédito interno tomado pelas empresas, e uma maior condição de compra do consumidor (empréstimos de longo prazo).</h2>
<p> Neste ponto é importante entender que o consumidor brasileiro decide suas compras com base se a prestação cabe no seu bolso, independente da taxa de juro cobrada.</p>
<p>O crescimento do crédito para a pessoa física esteve diretamente vinculado ao aumento do emprego, até setembro de 2008 a produção industrial cresceu a uma taxa de 7,1% ao ano, gerando 250 mil empregos por mês em um mercado de trabalho de 21,67 milhões de pessoas e com 44% de carteira assinada. As pessoas se endividavam na esperança que permaneceriam empregadas e teriam ganhado de renda no futuro, o crédito se tornou um dos principais motores da economia, chegou a 44% do PIB um número pequeno se comparado com o Chile, China e os Estados Unidos que emprestaram 82%, 114% e 284% do PIB.</p>
<p>Ao contrário do que aconteceu em crises anteriores, em 1995 com o México, 1997 com os Tigres Asiáticos, em 1999 com a desvalorização cambial, a crise de 2008 nos Estados Unidos, não nos atingiu em cheio, porque os bancos não possuíam papéis ligados a hipotecas de alto risco (sub-prime).</p>
<p>Nestes períodos as reservas brasileiras eram em torno de US$ 50 bilhões contra US$ 200 bilhões atualmente. A dívida pública era superior a 60% do PIB, hoje é 40% do PIB e o saldo comercial era deficitário, agora é superavitário.</p>
<p>É preciso entender que as empresas usam recursos próprios e também capitais de terceiros (financiamento) para pagar as matérias-primas, salários e despesas administrativas para produzir bens ou serviços, depois vendem, geram lucro, pagam o empréstimo do banco e impostos para o governo. Isso deveria ser o caminho, mas a realidade é que por vários fatores as empresas cresceram ou mantiveram seus negócios a custa de dívidas e com a crise, a situação financeira se tornou muito delicada.</p>
<p>Num mundo de incertezas, o dinheiro parou de circular e o principal efeito da crise, surgiu no último trimestre de 2008, a dificuldade de se obter dinheiro, pois 19% da oferta de crédito tinham origem externa.</p>
<p>As empresas brasileiras de grande porte tiveram de correr para as linhas de crédito em moeda nacional e a conseqüência foi o sumiço do crédito (capital de giro) para as pequenas e médias empresas.</p>
<p>Para reduzir os efeitos da crise internacional, o governo criou mecanismos para reanimar o mercado interno, através de redução de impostos, corte da taxa básica de juros, reduziu o depósito dos compulsórios (depósitos a vista, a prazo ou poupança) que os bancos fazem junto do Banco Central, liberando mais dinheiro para produzir, girar a roda dos negócios, voltar a empregar e estimular as operações de crédito.</p>
<p>Mas 02 tópicos precisam ser melhorados para sairmos do buraco literalmente:</p>
<ol>
<li> O governo não gasta mais do que arrecada, pois no futuro não se sabe se o país terá dinheiro suficiente para pagar a sua dívida.</li>
<li> O Brasil sairá de um PIB de 5% em 2008 para algo próximo a zero, e para evitar esta desaceleração é necessário:</li>
</ol>
<ul>
<li>Investimento em sistemas produtivos;</li>
<li>Reforma no Sistema Tributário;</li>
<li>Reforma na Previdência Social;</li>
<li>Diminuição do Custo Brasil;</li>
<li>Investimento na Educação;</li>
<li>Investimento em infra-estrutura.</li>
</ul>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=259">Vamos ter que ficar em dia com o Leão.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vamos ter que ficar em dia com o Leão</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/como-as-empresas-brasileiras-podem-ser-afetadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado - Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, apelidado de HAL que só existe 02 similares no mundo, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado &#8211; Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, apelidado de HAL que só existe 02 similares no mundo, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias das 182 instituições financeiras instaladas no Brasil.</h2>
<p>Em 04 dias de operação, ele criou nada menos que 150 milhões  de diferentes pastas, uma para cada correntista do País, interligados pos CPF’s e CNPJ’s aos nomes dos titulares e de seus procuradores. Toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada, em qualquer banco do País, estará armazenada ali, com origem, destino e nome do proprietário, passando a ser uma ferramenta poderosa para combater fraudes, caixa dois e lavagem de dinheiro.</p>
<p>A cada dia, Hal acrescentará a seus arquivos cerca de um milhão de novos registros, em informações providas pelo sistema bancário, quando o sistema se estabelecer o CCs deverá responder a cerca de 3 mil consultas diárias.</p>
<p>O objetivo em 2011 é cruzar on-line as informações que envolvam CPF ou CNPJ em âmbito municipal, estadual, federal com:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">CARTÓRIOS</span>: Checar os bens imóveis – terrenos, casas, aptos, sítios, construções;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">DETRANS</span>: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, jet-skits e etc.;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">EMPRESAS EM GERAL</span>: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRR-F e etc,), passando a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços e geral, bem como os financiamentos em geral.</p>
<p>O acompanhamento e controle da vida fiscal das pessoas ficarão tão aperfeiçoados que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de imposto já pronta, para o contribuinte validar. Todo cuidado é pouco. A partir de agora todos devem ter controle de todos os gastos no ano e verificar se os rendimentos ou outras fontes são suficientes para comprovar os pagamentos, além das demais preocupações, como lançar corretamente as receitas, etc.</p>
<p>Com relação ás empresas, a partir de 22/01/07 foi instalado o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, que é um gigantesco banco de dados do Fisco, que armazenará informações de tudo o que as empresas compram, vendem e arrecadam de impostos, e ficará a disposição da Receita Federal e das 27 secretarias estaduais da Fazenda.</p>
<p>O SPED compreende 04 subprojetos:</p>
<p>1 – Escrituração Contábil Digital (ECD), a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul>
<li>Livro Razão;</li>
<li>Livro diário;</li>
<li>Livro de Balancete Diários e Balanços;</li>
</ul>
<p>Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas sujeitas a tributação do Imposto de Renda, com base no lucro Real.</p>
<p>2 – Escrituração Fiscal Digital (EFD) a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul>
<li>Registro de Entradas</li>
<li>Registro de Saídas</li>
<li>Registro de Inventário</li>
<li>Registro de Apuração de IPI</li>
<li>Registro de Apuração de ICMS.</li>
</ul>
<p>Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas contribuintes de ICMS e/ou IPI.</p>
<p>3 – Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</p>
<p>Alteração da nota fiscal em papel modelo (1 ou 1A) por nota fiscal eletrônica com validade jurídica para todos os fins, com o objetivo de documentar as operações de circulação de mercadorias.</p>
<p>Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 21 de setembro de 2009, para todas as empresas que tenham operações comerciais com produtos e serviços, uma vez que o talonário de papel deixou de ter valor.</p>
<p>4 - Conhecimento de Transporte Eletrônico (Ct-e)</p>
<p>É um documento para fins fiscais, para o serviço de transporte de cargas realizada (Rodoviário, Ferroviário, Aquaviário, e Dutoviário).</p>
<p>Pessoas Jurídicas obrigadas: Ainda não há previsão de obrigatoriedade de emissão do CT-e pelas empresas prestadoras de serviços de transporte.</p>
<p> </p>
<p>Atualmente o  regime tributário das empresas hoje está dividido em:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">LUCRO REAL</span>: Maioria das empresas de grande porte, representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">LUCRO PRESUMIDO</span>: Maioria das empresas de pequeno e médio porte, representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">SIMPLES NACIONAL</span>: 70% das empresas do Brasil respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional, ou seja, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade.</p>
<p>A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de “ir acertando” os detalhes que faltam para minimizar problemas futuros, pois até o final de 2010 toda e qualquer empresa independente do regime tributário, precisam estar preparadas eletronicamente para atender o SPED.</p>
<h2> Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=256">Os 07 maiores erros na gestão empresarial.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os 07 maiores erros na gestão empresarial</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/os7-maiores-erros-na-gestao-empresarial/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/os7-maiores-erros-na-gestao-empresarial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[Administração e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://projetodsd.com.br/?p=256</guid>
		<description><![CDATA[Se administrar é fazer escolhas, devemos buscar acertar sempre, caso contrário os recursos e tempo investidos serão desperdiçados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Se administrar é fazer escolhas, devemos buscar acertar sempre, caso contrário os recursos e tempo investidos serão desperdiçados.</h2>
<ol>
<li>
<h3>Vença o medo</h3>
<p>Medo nada mais é do que a ausência do conhecimento e a falta de experiência sobre algo. Avalie quais são os seus talentos, aptidões e competências para administrar um negócio. Enfrente as situações que causam frio na barriga, experimente os limites da sua capacidade, procure enxergar oportunidades onde muitos só vêem ameaças e principalmente tenha clareza sobre o que fazem.</li>
<li>
<h3>Tenha um horizonte</h3>
<p>Elabore um plano de negócios, que nada mais é do que colocar no papel uma simulação de como a empresa funcionará, através de: viabilidade de mercado, análise da concorrência, avaliação do diferencial competitivo, elaboração de um planejamento operacional, financeiro, tributário e fiscal.</li>
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<h3>Volte-se para o cliente</h3>
<p>A verdade é que na maioria das vezes o cliente acaba sendo esquecido em boa parte das decisões tomadas pelas empresas.</p>
<p>É fundamental entender que eles não compram produtos e/ou serviços, mas um pacote de conveniências que lhe proporcione uma maior percepção de valor (algo que ultrapasse o fator preço) como: entender a necessidade, desejo ou desconforto, oferecer uma solução adequada, fazer de forma simples e cumprir o prometido.</p>
<p>O ato da compra tem pouco a ver com o lado racional e tudo a ver com o lado emocional. Pode parecer difícil de compreender, mas ao comprar algo não estamos em busca exatamente de um produto ou serviço. Algumas vezes, buscamos uma solução para os nossos problemas, porém na maioria das vezes queremos mudar nosso estado emocional: de desânimo para ânimo, de tristeza para alegria.</li>
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<h3>Gaste menos do que se ganha</h3>
<p>Muitas pessoas sentem certa rejeição diante dos termos do mundo das finanças como Planejamento Orçamentário, Fluxo de Caixa, Ponto de Equilíbrio, Demonstrativo de Resultado e Balanço Patrimonial.</p>
<p>Números são meros reflexos das decisões que se toma. A gestão de negócio não pode acontecer ao sabor das circunstâncias, saiba a diferença entre receita, custo e despesa, e como estabelecer Lucro, Liquidez e Rentabilidade.</p>
<p>Todo problema financeiro é conseqüência de um problema operacional, cuidado com excesso de controles para não perder a agilidade.</li>
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<h3>O Lucro pode estar no estoque</h3>
<p>A maior parte das saídas de dinheiro de uma empresa está no setor de compras. Quando as compras são erradas, excessivas e mal planejadas aumenta a necessidade de capital de giro e compromete a saúde financeira. É muito comum uma empresa não ter o exato conhecimento da variedade de itens, da quantidade estocada e do capital investido. Para tanto, alguns controles são fundamentais:</p>
<ul>
<li>Custo da Mercadoria ou Produto ou Serviço vendido;</li>
<li>Margem de Contribuição unitária;</li>
<li>Giro de Estoque;</li>
<li>Estoque mínimo;</li>
<li>Pedido de compra;</li>
<li>Estoque Segurança.</li>
</ul>
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<li>
<h3>Atraia as pessoas certas</h3>
<p>As empresas buscam efetividade e flexibilidade para se adaptar as novas diretrizes do mercado, enquanto os funcionários almejam a segurança do seu emprego e a remuneração. Precisamos ajudar as pessoas a descobrirem seus talentos, com isso desenvolverão confiança, estima e terão a chave para a auto realização, pois vão perceber que podem crescer e aprender com a empresa. É fundamental dar treinamento para desenvolver, na equipe, a capacidade de aprender fazendo, disponibilizar procedimentos para não executarem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal, estabelecer indicadores representativos para avaliar sua performance, criar um programa de participação nos resultados, e estimular o trabalho em equipe.</li>
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<h3>Monitore de perto a informação</h3>
<p>Antes de comprar um sistema de gestão é necessário mapear todo o processo do negócio para dimensionar o mais adequado.(cuidado que o barato sai caro).</p>
<p>Todas as informações têm algum tipo de significado, servem para que se faça um acompanhamento em tempo real e para desenvolver indicadores que informem situações críticas com antecedência.</li>
</ol>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?page_id=251">O que é Fluxo de Caixa.</a></p>
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