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	<title>Projeto DSD Consultores</title>
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	<description>Desafio . Solução . Desenvolvimento</description>
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		<title>Os próximos anos serão os melhores já vividos pela economia brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é alta), maior oferta de crédito (45% do PIB), nos países mais ricos este valor ultrapassa (100% do PIB) e um crescimento ancorado no mercado interno.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Atualmente há uma deterioração das finanças dos países mais ricos do mundo, as sete maiores economias acumulam uma dívida superior a 50% do PIB mundial (soma de todas riquezas produzidas) perto de US$30 trilhões, com rombos orçamentários, estagnação da economia, desemprego recorde (média de 10% com tendência de alta) e sem um plano consistente de recuperação.</p>
<p>O Brasil está se transformando em uma das maiores economias de consumo do mundo, a classe C (renda mensal entre R$ 1.116,00 e R$ 4.807,00) representa hoje 90 milhões de consumidores e 44% da renda nacional e a classe D (renda mensal entre R$ 804,00 e R$ 1.115,00) representa hoje 45 milhões de consumidores e 16% da renda nacional, para as empresas, o desafio é entender o comportamento e os valores desses recém-chegados ao consumo e desenvolver estratégias para vender a eles seus produtos e serviços.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Aprendemos nos últimos anos a ter uma visão de médio prazo e pensar mais estratégico, não é o ideal, mas é o começo para quem só apagava incêndio, nos próximos anos, teremos um conjunto de fatores que poderá nos ajudar muito:</p>
<ul>
<li>Eleição de Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governadores e Presidente da República;</li>
<li>Copa do Mundo 2014;</li>
<li>Olimpíadas 2016;</li>
<li>Pré-sal, que poderá tornar o Brasil em 05 anos autosuficiente em petróleo, mas também exportador.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> O impacto do conjunto destes fatores será um aumento do nível de emprego, atualmente a taxa de desemprego brasileira está em torno de 7,4% com a tendência de queda, aumento real dos salários, redução da informalidade das empresas, alongamento dos prazos de financiamentos, ampliação das linhas de  crédito com juros mais reduzidos pelos bancos públicos, arrastando os bancos  privados para a mesma direção, o aporte de investimentos externos e o crescimento da capacidade industrial nacional, mesmo com a desvalorização do dólar que reduz o preço dos produtos importados.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A estratégia de priorizar o mercado interno é a mais adequada, pois a disputa do mercado externo pelos Estados Unidos, países Asiáticos e Europeus só tende a radicalizar. No Brasil, as empresas exportadoras provavelmente serão levadas a reduzir seus preços nas exportações e direcionar parte dos excedentes para o mercado interno. Diante desta realidade, o mais provável é que, para garantir a expansão da produção doméstica, o Brasil tenha de continuar incentivando o consumo interno, começar a estimular os investimentos produtivos e administrar a tríade (crescimento, juros e inflação).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O <strong>PIB brasileiro</strong> (soma de todas riquezas produzidas no País)  passou de (US$ 882 bilhões) em 2005 para (US$ 1,574 trilhão) em 2009, ocupando atualmente a 8ª posição mundial, em 1º lugar está os USA com US$ 14,3 trilhões, em 2º lugar Japão, US$ 5 trilhões e em terceiro a China com US$ 4,8 trilhões,as previsões segundo o FMI, apontam um crescimento do PIB em 2010 para os países desenvolvidos de 1,3%,  para o Brasil 5% (2009 foi 0,2%) e a China em 10%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil deve instigar o apetite do mercado de capitais por causa da solidez da sua economia, fechamos o ano com reservas de US$ 239,1 bilhões, em 2002 era US$ 49,3 bilhões. Não dá para confiar em um modelo de crescimento dependente destes recursos, o aumento no afluxo desses recursos, provoca valorização do real, e com estímulo fiscal do governo para a demanda pode-se criar a inflação o que levaria o Banco Central a aumentar os juros. A saída está em aumentar a poupança nacional, para dispensarmos estes recursos que fazem mais mal que bem, o nível de poupança em geral não ultrapassa 16% a 17% do PIB, enquanto a maioria dos países asiáticos poupa em torno de 35% a China vai para 51%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O resultado das exportações de 2009 é o pior desde 1950, a não ser que haja uma série mudança por parte do governo criando uma politíca de incentivo as exportações, o superávit comercial agora de US$ 25,3 bilhões deve diminuir mais este ano. No comércio mundial atendemos somente 1% do mercado, estamos nos transformando em exportador de matéria-prima, produtos minerais e commodities agrícolas  que são extremamente sensíveis as oscilações do mercado mundial e não de produtos industrializados com tecnologia avançada. Só para termos um parâmetro, o nosso principal parceiro comercial é a China que compra 80% das matérias primas e em muitos casos processam lá e exportam o produto manufaturado para o mundo, inclusive o Brasil.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A freada da economia, a queda da arrecadação, a desvalorização do dólar e o aumento dos gastos promovidos pelo governo, diminuiu o resultado das contas do setor público que corresponde  ao valor gerado por todas as receitas do governo (impostos, previdência social, transferências das estatais para a União, depósitos judiciais e transferências do BNDES) menos a transferência a estados e municipios e as despesas federais (como investimento, folha de pagamento e Previdência Social), gerou em 2009 um resultado primário de 1,25% do PIB, o problema é que os juros da dívida líquida  foi de 4,59% do PIB (EUA pagam pouco mais de 2%), gerando um défict orçamentário (resultado primário – juros da divida), de 3,34% do PIB, enquanto na Espanha foi de 8,5%, Portugal 7,6%, Grécia 9,8%, Irlanda 12,2%, Itália 5,4%, Japão 8,2% e EUA 10,7% (que corresponde a US$ 1,4 trilhão, práticamente o PIB brasileiro). Para refinanciar esta divída o governo vende titulos públicos remunerados pela taxa Selic, outro problema, porém, é que o Tesouro paga juros mais elevados para captar dinheiro para depois emprestar ao Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) que paga uma taxa de juros mais baixa.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A <strong>dívida liquida total </strong>do setor público do Brasil está em 43% do PIB, enquanto na Espanha é  41,6%, Portugal 62,6%, Grécia 94,6%, Irlanda 38%, Itália 100,8%, Japão 104,6%, e EUA 65,2%. Esta nossa dívida liquida interna é composta por 60% de papéis (precificados e atrelados a índices de preços) que tem juros pré-definidos, 33,4% com papéis atrelados a taxa de juros (Selic) e o restante 6,6% ao câmbio. A <strong>dívida externa</strong> (setor público + privado) fechou em US$ 183 bilhões contra uma reserva de US$ 239,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">As <strong>contas externas</strong> (saldo balança comercial + saldo balança de serviços + transferências unilaterais) teve um défict de US$ 24,33 bilhões foi coberto pelo Investimento Estrangeiro Direto (IED) que foi de US$ 25,9 bilhões (em 2008 foi US$ 45,1 bilhões), também não foi desprezível a aplicação estrangeira em ações de empresas brasileiras na ordem de US$ 37,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A <strong>taxa de juros reais</strong> está em 4,13% ao ano, nos EUA está 0,18% na Eurozona 0,74% (excessão a Espanha com 10,6%), Austrália 3,8% e a China 0,39%, esta diferença apesar de ser alta, representa uma vantagem porque podemos reduzi-la, enquanto os países ricos não poderão utilizar este instrumento da política monetária, pois as pessoas estão mais pobres, as empresas faturando menos e boa parte da população demandando mais serviço público  e para crescer terão que aumentar o seu déficit orçamentário, situação que estamos livres, na classificação de competitividade do Forum Econômico Mundial a posição que o Brasil ocupa é o 56º lugar entre 133 países.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, a questão mais delicada são os nossos velhos projetos não resolvidos, as reformas tributárias, spread bancário, a baixa taxa de poupança, a falta de investimento em infra estrutura, o altíssimo custo Brasil, o baixo índice de escolaridade, leis trabalhistas ultrapassadas, desvio de dinheiro público, a estrutura pública de baixa qualidade, a burocracia dos processos judiciais e a gastança do governo federal.</p>
<p>E para finalizar não podemos esquecer que estamos num ano eleitoral e que estes projetos não serão levados adiante, atrelado ao fato que o governo federal não vai pensar 02 vezes em aumentar suas despesas públicas para ajudar a sua candidata a presidência, o que pode desencadear a inflação ou um surto de desconfiança na capacidade do governo de segurar as rédeas da economia.</p>
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		<title>Separe uma mesa para o fisco sentar ao seu lado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[ Já pensou em trabalhar o dia inteiro com o Auditor Fiscal da Receita ao seu lado?
Pois a Receita pensou. Sua nova maneira de fiscalizar os contribuintes agora prevê que, se sua empresa estiver causando “algum tipo de embaraço à fiscalização”, o Auditor pode ficar sentado aí do seu lado, vendo de pertinho como você trabalha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"> Já pensou em trabalhar o dia inteiro com o Auditor Fiscal da Receita ao seu lado?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pois a Receita pensou. Sua nova maneira de fiscalizar os contribuintes agora prevê que, se sua empresa estiver causando “algum tipo de embaraço à fiscalização”, <strong>o Auditor pode ficar sentado aí do seu lado, vendo de pertinho como você trabalha e paga suas contas. </strong>Com mais um detalhe: <strong>pode reduzir à metade o prazo de recolhimento de seus impostos e controlar suas impressões e emissão de documentos fiscais.<span id="more-882"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O nome dessa nova ferramenta é <strong>Regime Especial de Fiscalização</strong>, também conhecida por REF, e foi instituída pela Instrução Normativa nº 979, de 16/12/2009. Não há um tipo de empresa específica, isto é, não depende de sua forma de tributação nem de seu porte. Segundo o Fisco, esse tipo de fiscalização poderá acontecer se o contribuinte apresentar:</p>
<ol>
<li>
<div style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Embaraço à fiscalização</strong>, caracterizado pela negativa não-justificada de exibição de livros e documentos em que se assente a escrituração das atividades do sujeito passivo, bem como pelo não fornecimento de informações sobre bens, movimentação financeira, negócio ou atividade próprios ou de terceiros, quando intimado, e demais hipóteses que autorizam a requisição do auxílio da força pública;</div>
</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Resistência à fiscalização</strong>, caracterizada pela negativa de acesso ao estabelecimento, ao domicílio fiscal ou a qualquer outro local onde se desenvolvam as atividades do sujeito passivo, ou se encontrem bens de sua posse ou propriedade;</li>
<li>Incidência em conduta que enseje representação criminal, nos termos da legislação que rege os crimes <strong>contra a ordem tributária</strong>;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Realização de operações sujeitas à incidência tributária sem a devida inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas</strong>(CNPJ) ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);</li>
<li>Prática reiterada de infração à legislação tributária;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify">Comercialização de mercadorias com evidências de <strong>contrabando ou descaminho</strong>;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify">Evidências de que a pessoa jurídica esteja constituída por <strong>interpostas pessoas que não sejam os verdadeiros sócios ou acionistas</strong>, ou o titular, no caso de firma individual.</li>
</ol>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">                                                                                                                                                                                                                                                              Fonte: Informe <strong>SKILL</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Precificação</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[precificacao]]></category>

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		<description><![CDATA[3 - Como definir o preço dos produtos e serviços?
O valor correto do preço de venda é conseqüência de 02 aspectos:

Financeiro (interno) &#8211; que deverá cobrir o custo da mercadoria/produto ou serviço, as despesas de vendas (impostos, comissões, etc.), as despesas administrativas (aluguel, telefone, salário, pró-labore, contador, depreciação, etc.), as despesas financeiras (bancos) para gerar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>3 - Como definir o preço dos produtos e serviços?</h2>
<p>O valor correto do preço de venda é conseqüência de 02 aspectos:</p>
<ol>
<li>Financeiro (interno) &#8211; que deverá cobrir o custo da mercadoria/produto ou serviço, as despesas de vendas (impostos, comissões, etc.), as despesas administrativas (aluguel, telefone, salário, pró-labore, contador, depreciação, etc.), as despesas financeiras (bancos) para gerar o Lucro Líquido. É fundamental que todas as informações financeiras sejam confiáveis.</li>
<li>Mercadológico (externo) &#8211; o preço praticado deverá estar próximo dos concorrentes diretos e você deve saber mais sobre o perfil dos seus clientes.</li>
</ol>
<table border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: center;">
<th>Preço de venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo de aquisição (sem ICMS)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
<tr>
<th>Preço de Venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo do Produto Fabricado (Insumo + Mão de Obra)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
<tr>
<th>Preço de Venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo de Serviço (Material + Horas trabalhadas)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Caso o preço de mercado seja menor do que o preço calculado, a empresa deverá desenvolver alguma ação para diminuir os seus custos, ou despesas, ou então, aceitar um lucro líquido menor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como elaborar um plano de negócios?</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/elaborar-plano-negocios/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/elaborar-plano-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[2 &#8211; O que alguém que está pensando em começar um negócio deveria fazer?
Caso queira abrir um negócio novo ou mesmo expandir, é fundamental elaborar um Plano de Negócios para avaliar os aspectos mercadológicos, financeiros, operacionais, fiscais e tributários com o objetivo de diminuir os riscos futuros, garantir o retorno do investimento, além de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>2 &#8211; O que alguém que está pensando em começar um negócio deveria fazer?</h2>
<p>Caso queira abrir um negócio novo ou mesmo expandir, é fundamental elaborar um Plano de Negócios para avaliar os aspectos mercadológicos, financeiros, operacionais, fiscais e tributários com o objetivo de diminuir os riscos futuros, garantir o retorno do investimento, além de ser uma peça fundamental para captação de recursos de terceiros ou atrair sócios investidores.</p>
<p>O Plano de Negócio deverá responder as seguintes perguntas:</p>
<ul>
<li>Qual o mercado a ser atingido?</li>
<li>Quais são as necessidades/desejos dos clientes?</li>
<li>Quais são os riscos?</li>
<li>Quanto será o investimento inicial?</li>
<li>Quando será o retorno do investimento?</li>
<li>Qual o lucro líquido esperado?</li>
<li>Quais produtos e serviços a serem oferecidos?</li>
<li>Como será estabelecido os preços de venda?</li>
<li>Quem são os concorrentes?</li>
<li>Quem são os fornecedores?</li>
<li>Qual o perfil dos funcionários?</li>
<li>Qual o diferencial competitivo?</li>
<li>Como será o atendimento?</li>
<li>Quais os meios de comunicação com o mercado?</li>
<li>Quando atingirá as metas?</li>
<li>Quais os meios de comunicação com o mercado?</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobrevivência das empresas</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/sobrevivencia-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; Por que a maioria das empresas fecha antes de completar 3 anos?
O brasileiro é muito empreendedor (sonhador) e pouco empresário (aquele que planeja, implanta e controla), as micros e pequenas correspondem a 96% das empresas brasileiras e a alta taxa da quebra das empresas de 50% a 60% é uma combinação de vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1 &#8211; Por que a maioria das empresas fecha antes de completar 3 anos?</h2>
<p>O brasileiro é muito empreendedor (sonhador) e pouco empresário (aquele que planeja, implanta e controla), as micros e pequenas correspondem a 96% das empresas brasileiras e a alta taxa da quebra das empresas de 50% a 60% é uma combinação de vários fatores:</p>
<ul>
<li>Desconhecimento do mercado e da concorrência;</li>
<li>Dificuldade em planejar, desenvolver e realizar ações adequadas ao negócio;</li>
<li>Não conhece os princípios básicos de gestão administrativa / financeira, legislação trabalhista / tributária, conceitos de formação de preço e controles;</li>
<li>Acumula dívidas e utiliza empréstimo com uma alta taxa de juros;</li>
<li> Normalmente abre um negócio por necessidade, não por oportunidade;</li>
<li> Alta carga tributária;</li>
<li>Falta de políticas de financiamentos;</li>
<li>Mistura pessoa física e jurídica.</li>
</ul>
<p>Entenda melhor sobre o planejamento necessário ao abrir uma empresa na dica sobre <a title="Como elaborar o plano de negócio" href="http://projetodsd.com.br/elaborar-plano-negocios/">Plano de Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Terminologia da administração financeira</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/terminologia-da-administracao-financeira/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/terminologia-da-administracao-financeira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Terminologia]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Agregar valor
É o resultado da experiência do cliente, no ato da compra.
2. Ativo Circulante
São contas que representam as disponibilidades e os direitos realizáveis em curto prazo, ou seja, dentro de um ano. Exemplo: caixa, bancos, contas a receber e estoque a realizar.
3. Amortização
É a perda do valor na aquisição de direitos da propriedade, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Agregar valor</strong></p>
<p>É o resultado da experiência do cliente, no ato da compra.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>2. Ativo Circulante</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">São contas que representam as disponibilidades e os direitos realizáveis em curto prazo, ou seja, dentro de um ano. Exemplo: caixa, bancos, contas a receber e estoque a realizar.</p>
<p><strong>3. Amortização</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">É a perda do valor na aquisição de direitos da propriedade, e gastos considerados pré-operacionais.</p>
<p><strong>4. Balanço Patrimonial</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">São os valores materiais da empresa (bens e direitos) que estão na empresa, dívidas com terceiros e as obrigações com os sócios.</p>
<p><strong>5.</strong> <strong>Capital</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Representa o dinheiro aplicado pelos sócios para a formação do patrimônio inicial.</p>
<p><strong>6. Capital de Giro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Montante de recursos de curto prazo que uma empresa necessita para desenvolver suas atividades, durante um período.</p>
<p><strong>7. CMV</strong></p>
<p>Custo das mercadorias vendidas, aplicado as empresas comerciais.</p>
<p><strong>8. CPV</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Custo do produto vendido, aplicado as empresas industriais, inclui mão-de-obra direta, matéria-prima, insumos, embalagens e etiquetas.</p>
<p><strong>9.</strong> <strong>Criatividade</strong></p>
<p>Habilidade de ter idéias e fazer a escolha certa.</p>
<p><strong>10. CSP</strong></p>
<p>Custo do serviço produzido, aplicado às prestadoras de serviço, inclui mão-de-obra direta, materiais / peças aplicados na execução do serviço.</p>
<p><strong>11. Comissão de Vendas</strong></p>
<p>É um percentual pago sobre as vendas realizadas.</p>
<p><strong>12. Competitividade</strong></p>
<p>É a capacidade de fazer algo que os outros não podem ou tem dificuldades</p>
<p><strong>13. Custeio</strong></p>
<p>Métodos para a apropriação dos custos ao produto/serviço.</p>
<p><strong>14. Custo</strong></p>
<p>Valores gastos na aquisição de mercadoria, na elaboração de produto ou na execução de serviço.</p>
<p><strong>15. Demanda</strong></p>
<p>É a quantidade de um produto/serviço que o consumidor deseja adquirir por um preço determinado, durante um período de tempo.</p>
<p><strong>16. Demonstrativo de Resultados</strong></p>
<p>Diz respeito a suas receitas, custos e despesas num dado período, que tem como resultado o lucro / prejuízo.</p>
<p><strong> 17. </strong><strong>Depreciação</strong></p>
<p>É o custo ou despesa decorrente do desgaste ou obsolescência dos ativos imobilizados da empresa.</p>
<p><strong>18. Desmobilização </strong></p>
<p>É uma operação de venda de imóvel, equipamentos ou máquinas de uma empresa.</p>
<p><strong>19. Despesa</strong></p>
<p>Valores gastos na comercialização de mercadorias, produtos e serviços e na administração das atividades empresariais.</p>
<p><strong>20. Despesa Fixa</strong></p>
<p>São os gastos realizados para o adequado funcionamento da empresa, independente do valor das vendas. No nosso caso: Despesa (Administrativa / Financeira).</p>
<p><strong>21. Despesa Variável / Custo</strong></p>
<p>São os gastos realizados em função das vendas realizadas. No nosso caso: Despesa de Venda e Custo (Mercadoria, Produto ou Serviço)<strong> </strong></p>
<p><strong>22. Desconforto</strong></p>
<p>É o que abate o ânimo.</p>
<p><strong>23. Desejo</strong></p>
<p>É uma emoção, um sentimento de possuir, algumas vezes consciente ou reprimida.</p>
<p><strong>24. Diferido</strong></p>
<p>Representa os gastos com projetos que vão proporcionar resultados futuros e despesas financeiras que serão apropriadas em exercícios futuros.</p>
<p><strong>25. Estoque de segurança</strong></p>
<p>É o estoque máximo mais uma quantidade para prevenir possíveis atrasos na entrega por parte do fornecedor.</p>
<p><strong>26. Estoque mínimo</strong></p>
<p>É a quantidade mínima no estoque para cobrir possíveis variações (atraso, retrabalho, aumento de demanda, etc&#8230;)</p>
<p><strong>27. Estoque máximo</strong></p>
<p>É o resultado da soma do estoque mínimo mais o lote de compra.</p>
<p><strong>28. Exigível a Longo prazo</strong></p>
<p>Agrupa as obrigações com prazo de vencimento superior a um ano.</p>
<p><strong>29.</strong> <strong>Expectativa</strong></p>
<p>Esperança fundada em supostos direitos.</p>
<p><strong>30. <a href="http://projetodsd.com.br/fluxo-de-caixa/">Fluxo de Caixa</a></strong></p>
<p>Diz respeito a entrada e saída de dinheiro no caixa, num determinado período.</p>
<p><strong>31. Gasto</strong></p>
<p>Tudo o que se desembolsa para atender as finalidades da empresa, mediante as atividades de produção, administração e venda.</p>
<p><strong>32. Giro de Estoque</strong></p>
<p>É a quantidade de vezes que o estoque da empresa é vendido, em determinado período.</p>
<p><strong>33. Imobilizado</strong></p>
<p>Agrega os bens móveis e imóveis necessários a atividade, não destinados a venda.</p>
<p><strong>34. Imposto sobre as Vendas</strong></p>
<p>É um valor sobre as notas fiscais emitidas e só acontecem quando forem realizadas as vendas.</p>
<ul>
<li>Federais / Estaduais / Municipais</li>
</ul>
<p><strong>35. Inadimplência</strong></p>
<p>É o não pagamento até a data de vencimento de um compromisso financeiro.</p>
<p><strong>36. Inovação</strong></p>
<p>Habilidade de colocar as idéias para funcionar.</p>
<p><strong>37. Investimento</strong></p>
<p>Valores aplicados na aquisição de bens utilizados nas atividades operacionais por vários períodos.</p>
<p><strong>38. Liderança</strong></p>
<p>Convencer as pessoas que podem ser conduzidas para algum ponto vantajoso no futuro</p>
<p><strong>39. Liquidez</strong></p>
<p>Diz respeito a conseguir honrar os compromissos do dia e os encargos contratuais assumidos.</p>
<p><strong>40. Lote de Compra </strong></p>
<p>É a quantidade de material a ser adquirido em cada operação de reposição de estoque, onde os custos de aquisição e estocagem são os mínimos para um período considerado.</p>
<p><strong>41. Lucro / Prejuízo</strong></p>
<p>Diferença positiva ou negativa entre a venda, custo e despesa, obtido através do Demonstrativo de Resultado.</p>
<p><strong>42. Lucratividade</strong></p>
<p>Indica o percentual de ganho em relação sobre as vendas realizadas.</p>
<p><strong>43. Lucro Bruto</strong></p>
<p>É a diferença entre a Venda Bruta e o Custo (mercadoria, produto ou serviço).</p>
<p><strong>44. Lucro Líquido</strong></p>
<p>É o Lucro Operacional menos as Despesas Tributárias (IRPJ e CSLL).</p>
<p><strong>45. Lucro Operacional</strong></p>
<p>É a Venda Bruta menos Custo (mercadoria, produto ou serviço) e as Despesas (Venda, Administrativa e Financeira).</p>
<p><strong>46. Margem de Contribuição</strong></p>
<p>É a diferença entre a Venda e Custo (mercadoria, produto ou serviço) e Despesa de Venda (impostos, comissão), e indica quanto a empresa dispõe para pagar as Despesas (Administrativa e Financeira) e gerar o lucro.</p>
<p><strong>47. Necessidade</strong></p>
<p>Falta de algo indispensável, útil ou cômodo.</p>
<p><strong>48. Margem de Lucro</strong></p>
<p>É um valor que o empresário quer obter da venda de mercadoria, produto e serviço para:</p>
<ul>
<li>Repor a necessidade de capital de giro</li>
<li>Investimento em ativo fixo</li>
<li>Retorno de capital investido, considerando a taxa mínima de atratividade</li>
<li>Divisão de lucro para os sócios</li>
<li>Desenvolvimento de novos produtos / serviços</li>
</ul>
<p><strong>49. Mark-up</strong></p>
<p>É um fator que aplicado ao CMV estabelece o preço de venda.</p>
<p><strong>50. Meta de Venda</strong></p>
<p>É a previsão de “o quê”, “quanto” e “quando” será vendido para cada cliente.</p>
<p><strong>51. Passivo Circulante</strong></p>
<p>São as contas que representam obrigações da empresa e que deverão ser pagas dentro de um ano. Exemplo: empréstimos bancários, fornecedores a pagar e as despesas provisionadas.</p>
<p><strong>52. Patrimônio Líquido</strong></p>
<p>Representa os valores que os sócios têm na empresa, num determinado momento. Representado pelo Capital Social, Lucros (auferidos) ou Prejuízos (suportados).</p>
<p><strong>53. Planejamento Orçamentário</strong></p>
<p>É definir quanto de Lucro a empresa gostaria de ter num período.</p>
<p><strong>54. Ponto de Equilíbrio</strong></p>
<p>É o valor e/ou a quantidade vendida para cobrir o custo e as despesas (variáveis e fixas). Neste ponto a empresa não apresenta nem lucro, prejuízo.</p>
<p><strong>55. Preço de Venda</strong></p>
<p>É o valor que deverá cobrir o custo da mercadoria/produto/serviço, as despesas variáveis e fixas, e ainda sobrar um lucro líquido adequado.</p>
<p><strong>56. Produtividade</strong></p>
<p>É produzir e/ou vender com menos recursos.</p>
<p><strong>57. Provisão</strong></p>
<p>É uma reserva que as empresas devem fazer no fluxo de caixa para futuros pagamentos.</p>
<p><strong>58. Realizável a Longo Prazo</strong></p>
<p>São as contas que representam os direitos realizáveis a longo prazo. Exemplo: empréstimo que a empresa concede.</p>
<p><strong>59. Receita Operacional</strong></p>
<p>Rendimentos obtidos por uma empresa, através da atividade principal.</p>
<ul>
<li> Venda Bruta</li>
<li> Inadimplência</li>
<li> Reapresentação de cheques</li>
</ul>
<p><strong>60. Receita Não Operacional</strong></p>
<p>Rendimentos obtidos por uma empresa, através de transações (atípicas ou extraordinárias)</p>
<ul>
<li> Antecipação</li>
<li> Desmobilização</li>
<li> Empréstimo</li>
</ul>
<p><strong>61. Regime de Caixa</strong></p>
<p>As entradas e as saídas são contabilizadas quando o dinheiro efetivamente troca de mãos. Se vender um serviço em março de R$ 100,00 a prazo (30dd), a entrada será contabilizada em abril.</p>
<p><strong>62. Reserva de Capital</strong></p>
<p>Representa os valores com os quais se aumentará o capital social ou para absorver o prejuízo.</p>
<p><strong>63. Reserva de Lucro</strong></p>
<p>Representa a retenção de lucro por parte da empresa.</p>
<p><strong>64. Regime de Competência</strong></p>
<p>As vendas e as despesas são contabilizadas na data da transação, independente de estarem pagas / recebidas, ou não.</p>
<p><strong>65. Rentabilidade</strong></p>
<p>Indica o percentual de remuneração do capital investido na empresa.</p>
<p><strong>66. Retorno do Capital</strong></p>
<p>É o prazo em meses, do retorno do investimento.</p>
<p><strong>67. Venda Bruta</strong></p>
<p>Refere-se ao valor financeiro realizado à vista e a prazo pela empresa, ou seja, é a quantidade de mercadorias, serviços ou produtos vendidos, multiplicados pelo seu respectivo preço unitário de venda.</p>
<p><strong>68. Visão Contábil</strong></p>
<p>Tem o enfoque de atender as exigências fiscais, apresenta uma visão do que aconteceu.</p>
<p><strong>69. Visão Gerencial</strong></p>
<p>Tem o enfoque de registrar os eventos que ocorrem, fornecendo dados para a tomada de decisões a curto, médio e longo prazo.</p>
<p><strong>70. Venda Líquida</strong></p>
<p>É a Venda Bruta menos os impostos da venda e devoluções.</p>
<p><strong>71. Sonho</strong></p>
<p>Vontade, desejo, projeto de vida, busca de auto-realização.</p>
<p><strong>72. Sucesso</strong></p>
<p>Está muito mais ligado ao buscar do que chegar, pois dá-lo como realizado é o início do fim.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os números do negócio</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/os-numeros-do-negocio/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/os-numeros-do-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários empresários se dedicam integralmente a sua empresa, e são capazes de executar várias funções, mas quando chega a hora de entender e interpretar o desempenho financeiro de seu negócio sentem certa dificuldade.



Planejamento Orçamentário — quanto gostaríamos de ganhar
É um ato de previsão da Venda Bruta, Custo e Despesa numa data futura e serve para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Vários empresários se dedicam integralmente a sua empresa, e são capazes de executar várias funções, mas quando chega a hora de entender e interpretar o desempenho financeiro de seu negócio sentem certa dificuldade.<span id="more-814"></span></h2>
<p><img src="http://projetodsd.com.br/wp-content/uploads/2009/06/grafico_de_planilha_financeira_projeto_dsd_consultores.jpg" alt="Planilha de Fluxo de Caixa" /></p>
<ol>
<li>
<h3>Planejamento Orçamentário <small>— quanto gostaríamos de ganhar</small></h3>
<p>É um ato de previsão da Venda Bruta, Custo e Despesa numa data futura e serve para orientar a empresa para que obtenha o resultado desejado</p>
<ul>
<li>Venda Bruta é a multiplicação da quantidade de produto / serviço vendida pelo seu respectivo preço unitário.</li>
<li>Custo são os gastos associados aos fornecedores para aquisição de matéria-prima, insumo e embalagem para empresas industriais, mercadoria para empresas comerciais e material para empresas prestadoras de serviços.</li>
<li>Despesa são os gastos que a empresa tem para comprar, pagar, produzir, vender e receber.</li>
<li>Lucro é a remuneração do capital investido.</li>
</ul>
<p><!--start_raw--></p>
<table border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Planilha de Planejamento Orçamentário</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>(+) Venda Bruta</td>
<td style="text-align: right;">100.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa Venda</td>
<td style="text-align: right;">20.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Custo</td>
<td style="text-align: right;">30.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa Administrativa</td>
<td style="text-align: right;">33.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa Financeira</td>
<td style="text-align: right;">2.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) Lucro</td>
<td style="text-align: right;">15.000</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr>
<td colspan="2">Valores em R$</td>
</tr>
</tfoot>
</table>
<p><!--end_raw--></li>
<li>
<h3>Demonstrativo de Resultado <small>— quanto ganhamos</small></h3>
<p>Serve para apurar o resultado mensal da empresa, é o valor da venda menos o custo do produto / serviço e as despesas da empresa. Este indicador mostra se a operação obteve lucro ou prejuízo num determinado período.</p>
<table border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="3"><strong>Planilha de Demonstrativo de Resultado</strong></th>
</tr>
<tr class="sub">
<th></th>
<th>Planejamento Orçamentário<small>Projeção (início do mês)</small></th>
<th>Demonstrativo de Resultado<small>Realizado (final do mês)</small></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>(+) Venda Bruta</td>
<td style="text-align: right;">100.000</td>
<td style="text-align: right;">80.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa de Venda</td>
<td style="text-align: right;">20.000</td>
<td style="text-align: right;">16.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Custo</td>
<td style="text-align: right;">30.000</td>
<td style="text-align: right;">24.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa Administrativa</td>
<td style="text-align: right;">33.000</td>
<td style="text-align: right;">33.000</td>
</tr>
<tr>
<td>(-) Despesa Financeira</td>
<td style="text-align: right;">2.000</td>
<td style="text-align: right;">1.600</td>
</tr>
<tr>
<td>(=) Lucro Operacional</td>
<td style="text-align: right;">15.000</td>
<td style="text-align: right;">5.400</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr>
<td colspan="3">Valores em R$</td>
</tr>
</tfoot>
</table>
<p>No cálculo de demonstrativo de resultado, venda, custo e despesa são contabilizados na data da transação.</li>
<li>
<h3>Fluxo de Caixa <small>— como recebemos / gastamos</small></h3>
<p>É o registro das entradas e saídas de dinheiro no caixa, contabilizadas quando o dinheiro efetivamente troca de mãos. Este indicador está relacionado com a liquidez, temos dinheiro para pagar os compromissos assumidos com terceiros, em dia?</p>
<table border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="6">Planilha de Fluxo de Caixa</th>
</tr>
<tr class="sub">
<th rowspan="2"></th>
<th>1ª</th>
<th>2ª</th>
<th>3ª</th>
<th>4ª</th>
<th rowspan="2">Soma</th>
</tr>
<tr class="subsub">
<th colspan="4"><small>Semanas</small></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Disponível Inicial</td>
<td>(5.000)</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>(5.000)</td>
</tr>
<tr>
<td>Total Entradas</td>
<td>30.000</td>
<td>35.000</td>
<td>15.000</td>
<td>15.000</td>
<td>95.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Total Saídas</td>
<td>20.000</td>
<td>40.000</td>
<td>13.000</td>
<td>13.000</td>
<td>86.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Diferença da semana</td>
<td>10.000</td>
<td>(5.000)</td>
<td>2.000</td>
<td>2.000</td>
<td>9.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Saldo Caixa Total</td>
<td>5.000</td>
<td>0</td>
<td>2.000</td>
<td>4.000</td>
<td>4.000</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr>
<td colspan="6">Valores em R$</td>
</tr>
</tfoot>
</table>
<div class="alert box excel">
<h3>GRÁTIS</h3>
<p>Faça download de uma <a href="http://projetodsd.com.br/wp-content/uploads/2009/06/fluxo_de_caixa.xls">Planilha de Fluxo de Caixa</a>.</div>
</li>
<li>
<h3>Balanço Patrimonial <small>— o que conservamos</small></h3>
<ul>
<li>Ativo representa as aplicações de recursos feitas na empresa (bens e direitos).</li>
<li>Passivo revela as origens de recursos obtidos pela empresa e que foram investidos no Ativo (dívidas com terceiros).</li>
<li>Patrimônio Líquido representa o capital inicial e os lucros acumulados num determinado período, e que pertencem aos proprietários do negócio (obrigações com os sócios).</li>
</ul>
<table border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="4">Planilha de Balanço Patrimonial</th>
</tr>
<tr>
<th colspan="2">Ativos</th>
<th colspan="2">Passivos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr class="bold center">
<td colspan="2">Ativo Financeiro</td>
<td colspan="2">Passivo Financeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Caixa</td>
<td>4.000</td>
<td class="left">Empréstimos bancários</td>
<td>50.000</td>
</tr>
<tr class="bold center">
<td colspan="2">Ativo Operacional</td>
<td colspan="2">Passivo Operacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Contas a receber</td>
<td>20.000</td>
<td class="left">Fornecedores a pagar</td>
<td>36.500</td>
</tr>
<tr>
<td>Estoque</td>
<td>26.000</td>
<td class="left">Despesas provisionadas</td>
<td>3.500</td>
</tr>
<tr class="bold center">
<td colspan="2">Ativo Permanente</td>
<td colspan="2">Patrimônio Líquido</td>
</tr>
<tr>
<td>Imobilizado</td>
<td>300.000</td>
<td class="left">Capital próprio investido</td>
<td>260.000</td>
</tr>
<tr class="bold">
<td>Total do Ativo</td>
<td>350.000</td>
<td class="left">Total do Passivo</td>
<td>350.000</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr>
<td colspan="4">Valores em R$</td>
</tr>
</tfoot>
</table>
</li>
</ol>
<h3>Leia também</h3>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=419">A crise mundial, apos 01 ano.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://projetodsd.com.br/os-numeros-do-negocio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que as empresas não ganham dinheiro?</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/por-que-as-empresas-nao-ganham-dinheiro/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/por-que-as-empresas-nao-ganham-dinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://projetodsd.com.br/?p=230</guid>
		<description><![CDATA[Ninguém está livre de cometer erros que podem comprometer o futuro de um negócio, o segredo é descobri-los a tempo, e ter disposição de enfrentar riscos e principalmente atitude para resolver problemas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-731" title="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" src="http://projetodsd.com.br/wp-content/uploads/2009/06/grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores.jpg" alt="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" width="260" height="465" /></p>
<p>Acredito que toda empresa, ainda que uma vez, já tenha passado por uma crise, seja ela resultado de descontrole financeiro, investimento errado, falta de controle no estoque, conflito entre sócios, perda de clientes, falta de integração da equipe, etc&#8230;</p>
<p>Em muitos casos a atitude do executivo é empurrar com a barriga, esperando que um grande milagre ocorra ou consiga um sócio capitalista para cobrir o rombo.</p>
<p>Como as empresas são idealizadas, estruturadas, administradas por pessoas para atender pessoas, é na capacidade de lidar com pessoas que reside o fracasso ou sucesso de um empreendimento.</p>
<p>Vamos estruturar esta linha de pensamento baseado em 03 níveis de pessoas:</p>
<h3>1. Empreendedor</h3>
<p>Até recentemente as pessoas eram preparadas para vender de 08 a 12 horas diárias dos seus próximos 35 a 40 anos de saúde e disposição em troca de um salário, treinamento, proteção das adversidades tanto no presente quanto no futuro e a aposentadoria complementar. E o seu sonho?</p>
<p>Enquanto isso as escolas não ajudam a descobrir os talentos naturais e como usá-los, e passam anos ensinando a decorar fórmulas, repetir receitas e a não correr riscos.</p>
<p>Empreender é aprender com os erros, ter experiências próprias, exercitar a criatividade (habilidade de ter idéias e fazer a escolha certa) e inovação (habilidade de colocá-las para funcionar de maneira diferente) para atrair pessoas que valorizam o que sua empresa sabe fazer e pague por isso.</p>
<h3>2. Funcionário</h3>
<p>As empresas estão perdendo um dos seus principais ativos – o capital humano – com isso perde-se história e conhecimento, estabeleça os direitos e deveres e tenha uma equipe que perceba que pode crescer e se desenvolver junto com a empresa.</p>
<p>A estratégia da empresa deve ser apresentada a equipe para que tenham uma visão clara do que isso significa para a empresa no longo prazo, cuidando para que cada um desempenhe o papel necessário para que as diretrizes (objetivo + meta + tempo) por departamento sejam alcançadas.</p>
<p>Não adianta só treinamento, é preciso desenvolver uma equipe que pense, execute, resolva e tenha iniciativa, disponibilize informações e estabeleca indicativos para que os funcionários não executem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal.</p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Tradicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Resolve problema</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Apaga incêndio</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Sem rumo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Ideal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Estabelece o planejamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Define os procedimentos e as diretrizes</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Resolvem os problemas, de acordo com um método</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<h3>3. Cliente</h3>
<p>O maior ativo de qualquer empresa é o cliente que foi obtido pela reputação, atendimento ou referência. É importante entender que a essência de qualquer negócio é servir pessoas para satisfazer uma necessidade, desejo ou desconforto, busque se relacionar com educação e respeito e que apesar de representar o básico, dificilmente são encontradas na maioria das empresas.</p>
<p>Cliente fidelizado volta a comprar o produto ou serviço da empresa e ainda indica para outras pessoas, isso é o boca-a-boca, uma das ferramentas mais poderosas de marketing. É importante ressaltar que o consumidor não estabelece relação com a empresa, mas com as pessoas que os atendem.</p>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=218">É fundamental conhecer Os Números do Negócio.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://projetodsd.com.br/por-que-as-empresas-nao-ganham-dinheiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise mundial, após 01 ano?</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/crise-economica-mundial/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/crise-economica-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 21:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://projetodsd.com.br/?p=419</guid>
		<description><![CDATA[Após a crise das empresas “pontocom” em 2001, o Banco Central Americano (FED) baixou a taxa básica de juros que serve de parâmetro para o crédito, abaixo de 2% ao ano, para que a economia se recuperasse induzindo as pessoas a consumir o que quisessem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Em janeiro de 2001 as taxas de juros que serve de parâmetro para o crédito era 6% ao ano, após crise do “pontocom em 2001”, o Banco Central Americano (FED) baixou as taxas de juros dez vezes para 2% ao ano, na expectativa de incentivar a produção, reduzir a taxa de desemprego e induzir as pessoas a consumir.</h2>
<p>Com a economia aquecida em 2002 as empresas financeiras especializadas no mercado imobiliário passaram a conceder financiamento (sub-prime) para vender casas com prestações mais baratas que o valor do aluguel. A primeira idéia brilhante foi emprestar dinheiro á longo prazo, juros altos, para clientes sem comprovação de renda, com histórico ruim de crédito tendo as próprias casas como garantia.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é como os preços das residências subiram mais de 70% entre 2002 a 2004, e os juros eram baixos, muita gente refinanciou seus imóveis recebendo dinheiro em troca e utilizou para saldar dívidas do cartão de crédito, de empréstimos pessoais, ou comprar bens não-duráveis.</p>
<p>Ai surgiu à segunda idéia brilhante, em busca de lucros maiores gestores de fundos e bancos compraram a carteira hipotecária (sub-prime) das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitindo que uma nova quantia de dinheiro fosse novamente emprestada, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.</p>
<p>Como ganância pouca é bobagem, por um processo chamado de Securitização, as hipotecas imobiliárias foram agrupadas e transformadas em títulos negociados pelos bancos de investimentos de Wall Street, para centenas de seguradoras, fundos de pensão e bancos do mundo.</p>
<p>Um dos primeiros sinais da crise foi a retração do mercado imobiliário a partir de junho 2006 em função do grande volume de oferta de casas, ninguém queria mais comprar, as construtoras cancelaram as obras e demitiram funcionários. Para conter a inflação que chegou a 2,9% ao ano, acima de 2% considerada como nível aceitável, o Fed aumentou a taxa de juros chegando a 5,25% ao ano em 2006.</p>
<p>Em 2007 os bancos reajustaram os valores das prestações das hipotecas imobiliárias, assim muita gente se viu pagando dívidas maiores do que o bem a elas atrelado, o que fez ocorrer o movimento de desistência das prestações por parte dos mutuários e o aumento na inadimplência dos empréstimos forçou os bancos a executarem as hipotecas imobiliárias (sup-prime). A partir daí descobriu-se que os sólidos investimentos em imóveis eram na verdade um castelo de cartas e facilitada pela escassa regulação dos mercados financeiros e pela fiscalização ineficiente por parte do Tesouro e Banco Central dos EUA a crise contaminou o mercado mundial, fundos de investimentos de todo o mundo tiveram de desfazer ativos de outros setores para compensar as perdas dos títulos (sub-prime).</p>
<p>Na semana de 15 de setembro de 2008, quando o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, a AIG desmoronou e o Merrill Lynch entregou os pontos, grandes empresas, investidores anônimos, bancos de investimentos e fundos de pensão foram juntos para o buraco e o valor dos ativos financeiros em todo mundo reduziu US$ 50 trilhões (valor equivalente a todo PIB mundial ou toda a riqueza produzida por 6,5 bilhões da população humana durante 01 ano).</p>
<p>Uma das causas foi que os bancos americanos para cada dólar que tinham em capital, eles acumularam dívidas em alguns casos superiores a 40 dólares, baseado em operações de alto risco e pagando bônus milionários aos banqueiros baseados em lucros fictícios.</p>
<p>Ao perceber o tamanho da encrenca e para estancar a quebradeira o  governo americano ignorou as leis de mercado e dividiu as instituições financeiras em duas categorias. A primeira formada por 19 bancos (“G-19”) considerados grandes demais para quebrar e neles injetou algumas dezenas de bilhões de dólares e a segunda turma formada pelo resto foi deixado para se virar sozinha. Atualmente são vistos como bancos poucos seguros, pois não tem o colchão do Tio Sam e não importa se administram corretamente e geram lucro, a sua sobrevivência está ameaçada, até agosto/09, 81 bancos americanos já tinham quebrado e outros 400 estão na corda bamba.</p>
<p>Em decorrência disto a turma do “G-19” está sem rivais no mercado e arriscando a vontade, mesmo sabendo que o negócio pode quebrar, pois o governo americano vai estar lá para evitar o pior e o prejuízo será do contribuinte.</p>
<p>Para as famílias americanas cujos gastos representam 15% da economia global e 70% da economia americana, o governo providenciou estímulos fiscais e uma taxa básica de juros entre 0 e 0,25% por ano para incentivar o consumo, aumentar a produção e baixar o desemprego.</p>
<p>Mas isso não ajuda nada, pois, eles estão atolados com uma dívida que chegou a 138% da sua renda ou mais de US$ 13 trilhões, só no cartão de crédito US$ 3 trilhões (equivalente ao dobro do PIB do Brasil), com poupança zero, salários mais baixos, com emprego ameaçado (taxa atual de desemprego 9,4% o maior nos últimos 25 anos e para pagar esta conta vão ter que diminuir o consumo o que será um problema para a recuperação econômica.</p>
<p>Além disso, 02 problemas estão tirando o sono do governo americano atualmente, o primeiro é que nem ele nem os bancos conseguem calcular o valor dos títulos lastreados em hipotecas ou outros ativos que ainda estão em carteira.</p>
<p>Em julho de 2009, o presidente Barack Obama divulgou sua proposta para inovação do sistema financeiro que precisa ser aprovado pelo Congresso, mas, que contempla 02 aspectos importantes:</p>
<ul>
<li>Quanto maior o banco, maior o seu colchão de capital próprio e, portanto, menor sua capacidade de tomar dinheiro emprestado.</li>
<li>O bônus será baseado em longos prazos, para que os executivos não atuem de maneira irresponsável em troca de lucros imediatos.</li>
</ul>
<p>O segundo é talvez o principal fator de risco para a economia daqui para frente é o déficit fiscal (diferença entre as receitas do governo e as suas despesas) de US$ 1,85 trilhões para o ano fiscal que terminou em 30 de setembro/09 que corresponde a 12,8% do PIB com projeção de 82% do PIB em 2019.</p>
<p>Sendo que as causas são os gastos militares, sistemas de pensões, saúde pública e a queda na arrecadação fiscal.</p>
<p>O terceiro é o déficit comercial, em torno de US$ 800 bilhões anuais, para resolver esta situação os americanos terão não só de importar menos, mas também voltar a exportar.</p>
<p>Esses dois megadéficits (o orçamentário e o comercial) passaram a viver por meio:</p>
<ul>
<li>Internamente, emissão de dólares.</li>
<li>Externamente, pedindo emprestado por meio de venda de títulos do Tesouro dos Estados Unidos (T-Bond) que financia a dívida, adia o vencimento, mas não a diminui, ao contrário pode aumentar.</li>
</ul>
<p>A conseqüência é que a dívida externa dos EUA (resultado de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior pelo governo (70%), empresas estatais ou privadas) é de US$ 14 trilhões e se continuar neste ritmo, haverá um risco enorme, para começar, teremos a depreciação do dólar e inflação alta, já que o governo vai ter que acabar imprimindo dólar para financiar o déficit, pois, o (T-Bond) vai ser mais difícil vender, desemprego em massa, falência de empresas, baixos níveis de produção e investimentos.</p>
<p>Se este cenário vai acontecer ninguém sabe, tudo isto é uma novidade, pois o problema financeiro atual é causado pelo setor privado e não pelo público, o que torna mais difícil planejar os negócios.</p>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=262">Brasil sai da recessão, mas não da crise.</a></p>
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		<title>Brasil sai da recessão, mas não da crise</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O início de 2009 foi caracterizado pela crise do setor imobiliário americano, que acabou produzindo uma crise financeira tendo como conseqüência a paralisação do crédito e do investimento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A economia brasileira nos últimos anos (2006-2008) cresceu a passos rápidos, ajudada pelo aumento de preço das commodities (minérios e gêneros agrícolas produzidos em larga escala e comercializados em nível mundial) pelo inédito volume de recursos financeiros externos sob as mais variadas formas, pelo crédito interno tomado pelas empresas, e uma maior condição de compra do consumidor (empréstimos de longo prazo).</h2>
<p> Neste ponto é importante entender que o consumidor brasileiro decide suas compras com base se a prestação cabe no seu bolso, independente da taxa de juro cobrada.</p>
<p>O crescimento do crédito para a pessoa física esteve diretamente vinculado ao aumento do emprego, até setembro de 2008 a produção industrial cresceu a uma taxa de 7,1% ao ano, gerando 250 mil empregos por mês em um mercado de trabalho de 21,67 milhões de pessoas e com 44% de carteira assinada. As pessoas se endividavam na esperança que permaneceriam empregadas e teriam ganhado de renda no futuro, o crédito se tornou um dos principais motores da economia, chegou a 44% do PIB um número pequeno se comparado com o Chile, China e os Estados Unidos que emprestaram 82%, 114% e 284% do PIB.</p>
<p>Ao contrário do que aconteceu em crises anteriores, em 1995 com o México, 1997 com os Tigres Asiáticos, em 1999 com a desvalorização cambial, a crise de 2008 nos Estados Unidos, não nos atingiu em cheio, porque os bancos não possuíam papéis ligados a hipotecas de alto risco (sub-prime).</p>
<p>Nestes períodos as reservas brasileiras eram em torno de US$ 50 bilhões contra US$ 200 bilhões atualmente. A dívida pública era superior a 60% do PIB, hoje é 40% do PIB e o saldo comercial era deficitário, agora é superavitário.</p>
<p>É preciso entender que as empresas usam recursos próprios e também capitais de terceiros (financiamento) para pagar as matérias-primas, salários e despesas administrativas para produzir bens ou serviços, depois vendem, geram lucro, pagam o empréstimo do banco e impostos para o governo. Isso deveria ser o caminho, mas a realidade é que por vários fatores as empresas cresceram ou mantiveram seus negócios a custa de dívidas e com a crise, a situação financeira se tornou muito delicada.</p>
<p>Num mundo de incertezas, o dinheiro parou de circular e o principal efeito da crise, surgiu no último trimestre de 2008, a dificuldade de se obter dinheiro, pois 19% da oferta de crédito tinham origem externa.</p>
<p>As empresas brasileiras de grande porte tiveram de correr para as linhas de crédito em moeda nacional e a conseqüência foi o sumiço do crédito (capital de giro) para as pequenas e médias empresas.</p>
<p>Para reduzir os efeitos da crise internacional, o governo criou mecanismos para reanimar o mercado interno, através de redução de impostos, corte da taxa básica de juros, reduziu o depósito dos compulsórios (depósitos a vista, a prazo ou poupança) que os bancos fazem junto do Banco Central, liberando mais dinheiro para produzir, girar a roda dos negócios, voltar a empregar e estimular as operações de crédito.</p>
<p>Mas 02 tópicos precisam ser melhorados para sairmos do buraco literalmente:</p>
<ol>
<li> O governo não gasta mais do que arrecada, pois no futuro não se sabe se o país terá dinheiro suficiente para pagar a sua dívida.</li>
<li> O Brasil sairá de um PIB de 5% em 2008 para algo próximo a zero, e para evitar esta desaceleração é necessário:</li>
</ol>
<ul>
<li>Investimento em sistemas produtivos;</li>
<li>Reforma no Sistema Tributário;</li>
<li>Reforma na Previdência Social;</li>
<li>Diminuição do Custo Brasil;</li>
<li>Investimento na Educação;</li>
<li>Investimento em infra-estrutura.</li>
</ul>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=259">Vamos ter que ficar em dia com o Leão.</a></p>
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