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	<title>Projeto DSD Consultores &#187; noticias</title>
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	<description>Desafio . Solução . Desenvolvimento</description>
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		<title>Por que os juros são tão altos no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 16:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública (dívida do Governo Federal em títulos públicos vendidos aqui mais a dívida externa).<img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-947"></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Obs.: A dívida bruta pública PIB (dívida líquida pública mais os créditos recebíveis), corresponde a 70,2% do PIB.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O PIB do Brasil (soma de todos os bens e serviços produzidos) é de US$ 1, 579 trilhão, com uma dívida líquida pública de US$ 664 bilhões (42% do PIB), contra uma dívida externa de US$ 204 bilhões que correspondente a 12,9% do PIB (setor público US$ 54 bilhões + privado US$ 150 bilhões), com uma reserva de US$ 250 bilhões, sendo US$ 170 bilhões em títulos do Tesouro Americano, o problema não é a dívida externa, porque temos dinheiro para pagar e ainda sobra um bom troco.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A receita do governo em 2009 (impostos + previdência social + outras entradas) foi de US$ 370,924 bilhões, menos US$ 64,061 bilhões de transferências a estados e municípios, menos US$ 287,188 bilhões de despesa (com investimento, folha de pagamento e previdência social) gerou um superávit primário de US$ 19,675 bilhões que não foi suficiente para pagar os juros da dívida liquida pública de US$ 72,246 bilhões, gerando um déficit nominal do setor público (buraco no caixa) de US$ 52,571 bilhões (-3,3% do PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O superávit primário tem como objetivo pagar parte dos juros da dívida líquida pública, mas com essa política do governo de gastar mais com:</p>
<ul>
<li>Eleição;</li>
<li>Aumento dos salários dos funcionários públicos;</li>
<li>Aumento dos benefícios sociais;</li>
<li>Capitalização do BNDES;</li>
<li>PAC;</li>
<li>Pré-Sal.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8230; é fácil imaginar que esta dívida poderá crescer exponencialmente.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na hora de pagar os juros da dívida líquida pública, o governo opta por dois caminhos: o primeiro reforça o seu caixa com aumento de impostos, hoje os brasileiros pagam 37% da sua renda em tributos, pessoas físicas e jurídicas devem mais de US$ 450 bilhões em impostos atrasados, e no segundo caminho ele vende títulos públicos (Tesouro Nacional e Banco Central) no mercado e sinaliza que está disposto a pagar bem a quem comprá-los. A taxa Selic é utilizada como parâmetro para o pagamento desses títulos, atualmente em 9,5 % ao ano (taxa de juros reais e inflação), em função disto o governo absorve a maior parte do crédito disponível no país, para financiar a sua dívida.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A composição da dívida líquida pública é: títulos pré-fixados 28,23%, títulos corrigidos (pela inflação 28,14% e pela Selic 35,48%) e pelo dólar 8,15%. </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Os juros só vão cair de forma sustentada se o governo controlar a inflação, cortar gastos públicos, rever as leis tributárias, buscar a reforma da Previdência Social e enfrentar o cartel dos bancos, para diminuir o spread bancário – a diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos dos investidores (10% ao ano) e o que cobram dos empréstimos a pessoas físicas (42,7% ao ano), as empresas (25,5% ao ano), no cheque especial (160% ao ano) e no cartão de crédito (240% ao ano). O spread no Brasil compõe-se de: margem de lucro 27%, tributos e taxas 18,5%, custo administrativo 13,5%, custo de compulsório 3,6% e inadimplência 37,4%. A desculpa esfarrapada dos bancos é que o spread é alto porque a inadimplência é alta.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O atraso em operações de crédito de pessoas físicas ficou em 6,8%, a menor desde dezembro/2005 e o das jurídicas ficou em 3,6%, levando a média a 5%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para uma população que ainda não chegou a 200 milhões de habitantes, há hoje mais de 552 milhões de cartões (incluídos os de crédito, os de débito e os de lojas), mas com juros tão elevadas que quem cai nessa armadilha não sai dela facilmente. Tanto se fala em cadastro positivo, ou seja, em cobrança de juros diversificada conforme o perfil do cliente, no entanto, os bancos relutam em adotar esta política porque entendem que ganham mais sem esse instrumento.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O total de empréstimos do sistema financeiro (bancos públicos e privados nacionais e estrangeiros), mais as empresas e pessoas físicas em 2009 somaram US$ 710 bilhões, o equivalente a 45% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enquanto que o governo espera que a economia brasileira cresça entre 4,5% e 5,5%, a perspectiva é de que o crédito que hoje responde pela maior parte do resultado financeiro dos bancos cresça na ordem de 20%.</p>
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		<title>Os próximos anos serão os melhores já vividos pela economia brasileira</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/os-proximos-anos-da-economia-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é alta), maior oferta de crédito (45% do PIB), nos países mais ricos este valor ultrapassa (100% do PIB) e um crescimento ancorado no mercado interno.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Atualmente há uma deterioração das finanças dos países mais ricos do mundo, as sete maiores economias acumulam uma dívida superior a 50% do PIB mundial (soma de todas riquezas produzidas) perto de US$30 trilhões, com rombos orçamentários, estagnação da economia, desemprego recorde (média de 10% com tendência de alta) e sem um plano consistente de recuperação.</p>
<p>O Brasil está se transformando em uma das maiores economias de consumo do mundo, a classe C (renda mensal entre R$ 1.116,00 e R$ 4.807,00) representa hoje 90 milhões de consumidores e 44% da renda nacional e a classe D (renda mensal entre R$ 804,00 e R$ 1.115,00) representa hoje 45 milhões de consumidores e 16% da renda nacional, para as empresas, o desafio é entender o comportamento e os valores desses recém-chegados ao consumo e desenvolver estratégias para vender a eles seus produtos e serviços.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Aprendemos nos últimos anos a ter uma visão de médio prazo e pensar mais estratégico, não é o ideal, mas é o começo para quem só apagava incêndio, nos próximos anos, teremos um conjunto de fatores que poderá nos ajudar muito:</p>
<ul>
<li>Eleição de Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governadores e Presidente da República;</li>
<li>Copa do Mundo 2014;</li>
<li>Olimpíadas 2016;</li>
<li>Pré-sal, que poderá tornar o Brasil em 05 anos autosuficiente em petróleo, mas também exportador.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> O impacto do conjunto destes fatores será um aumento do nível de emprego, atualmente a taxa de desemprego brasileira está em torno de 7,4% com a tendência de queda, aumento real dos salários, redução da informalidade das empresas, alongamento dos prazos de financiamentos, ampliação das linhas de  crédito com juros mais reduzidos pelos bancos públicos, arrastando os bancos  privados para a mesma direção, o aporte de investimentos externos e o crescimento da capacidade industrial nacional, mesmo com a desvalorização do dólar que reduz o preço dos produtos importados.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A estratégia de priorizar o mercado interno é a mais adequada, pois a disputa do mercado externo pelos Estados Unidos, países Asiáticos e Europeus só tende a radicalizar. No Brasil, as empresas exportadoras provavelmente serão levadas a reduzir seus preços nas exportações e direcionar parte dos excedentes para o mercado interno. Diante desta realidade, o mais provável é que, para garantir a expansão da produção doméstica, o Brasil tenha de continuar incentivando o consumo interno, começar a estimular os investimentos produtivos e administrar a tríade (crescimento, juros e inflação).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O <strong>PIB brasileiro</strong> (soma de todas riquezas produzidas no País)  passou de (US$ 882 bilhões) em 2005 para (US$ 1,574 trilhão) em 2009, ocupando atualmente a 8ª posição mundial, em 1º lugar está os USA com US$ 14,3 trilhões, em 2º lugar Japão, US$ 5 trilhões e em terceiro a China com US$ 4,8 trilhões,as previsões segundo o FMI, apontam um crescimento do PIB em 2010 para os países desenvolvidos de 1,3%,  para o Brasil 5% (2009 foi 0,2%) e a China em 10%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil deve instigar o apetite do mercado de capitais por causa da solidez da sua economia, fechamos o ano com reservas de US$ 239,1 bilhões, em 2002 era US$ 49,3 bilhões. Não dá para confiar em um modelo de crescimento dependente destes recursos, o aumento no afluxo desses recursos, provoca valorização do real, e com estímulo fiscal do governo para a demanda pode-se criar a inflação o que levaria o Banco Central a aumentar os juros. A saída está em aumentar a poupança nacional, para dispensarmos estes recursos que fazem mais mal que bem, o nível de poupança em geral não ultrapassa 16% a 17% do PIB, enquanto a maioria dos países asiáticos poupa em torno de 35% a China vai para 51%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O resultado das exportações de 2009 é o pior desde 1950, a não ser que haja uma série mudança por parte do governo criando uma politíca de incentivo as exportações, o superávit comercial agora de US$ 25,3 bilhões deve diminuir mais este ano. No comércio mundial atendemos somente 1% do mercado, estamos nos transformando em exportador de matéria-prima, produtos minerais e commodities agrícolas  que são extremamente sensíveis as oscilações do mercado mundial e não de produtos industrializados com tecnologia avançada. Só para termos um parâmetro, o nosso principal parceiro comercial é a China que compra 80% das matérias primas e em muitos casos processam lá e exportam o produto manufaturado para o mundo, inclusive o Brasil.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A freada da economia, a queda da arrecadação, a desvalorização do dólar e o aumento dos gastos promovidos pelo governo, diminuiu o resultado das contas do setor público que corresponde  ao valor gerado por todas as receitas do governo (impostos, previdência social, transferências das estatais para a União, depósitos judiciais e transferências do BNDES) menos a transferência a estados e municipios e as despesas federais (como investimento, folha de pagamento e Previdência Social), gerou em 2009 um resultado primário de 1,25% do PIB, o problema é que os juros da dívida líquida  foi de 4,59% do PIB (EUA pagam pouco mais de 2%), gerando um défict orçamentário (resultado primário – juros da divida), de 3,34% do PIB, enquanto na Espanha foi de 8,5%, Portugal 7,6%, Grécia 9,8%, Irlanda 12,2%, Itália 5,4%, Japão 8,2% e EUA 10,7% (que corresponde a US$ 1,4 trilhão, práticamente o PIB brasileiro). Para refinanciar esta divída o governo vende titulos públicos remunerados pela taxa Selic, outro problema, porém, é que o Tesouro paga juros mais elevados para captar dinheiro para depois emprestar ao Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) que paga uma taxa de juros mais baixa.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A <strong>dívida liquida total </strong>do setor público do Brasil está em 43% do PIB, enquanto na Espanha é  41,6%, Portugal 62,6%, Grécia 94,6%, Irlanda 38%, Itália 100,8%, Japão 104,6%, e EUA 65,2%. Esta nossa dívida liquida interna é composta por 60% de papéis (precificados e atrelados a índices de preços) que tem juros pré-definidos, 33,4% com papéis atrelados a taxa de juros (Selic) e o restante 6,6% ao câmbio. A <strong>dívida externa</strong> (setor público + privado) fechou em US$ 183 bilhões contra uma reserva de US$ 239,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">As <strong>contas externas</strong> (saldo balança comercial + saldo balança de serviços + transferências unilaterais) teve um défict de US$ 24,33 bilhões foi coberto pelo Investimento Estrangeiro Direto (IED) que foi de US$ 25,9 bilhões (em 2008 foi US$ 45,1 bilhões), também não foi desprezível a aplicação estrangeira em ações de empresas brasileiras na ordem de US$ 37,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A <strong>taxa de juros reais</strong> está em 4,13% ao ano, nos EUA está 0,18% na Eurozona 0,74% (excessão a Espanha com 10,6%), Austrália 3,8% e a China 0,39%, esta diferença apesar de ser alta, representa uma vantagem porque podemos reduzi-la, enquanto os países ricos não poderão utilizar este instrumento da política monetária, pois as pessoas estão mais pobres, as empresas faturando menos e boa parte da população demandando mais serviço público  e para crescer terão que aumentar o seu déficit orçamentário, situação que estamos livres, na classificação de competitividade do Forum Econômico Mundial a posição que o Brasil ocupa é o 56º lugar entre 133 países.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, a questão mais delicada são os nossos velhos projetos não resolvidos, as reformas tributárias, spread bancário, a baixa taxa de poupança, a falta de investimento em infra estrutura, o altíssimo custo Brasil, o baixo índice de escolaridade, leis trabalhistas ultrapassadas, desvio de dinheiro público, a estrutura pública de baixa qualidade, a burocracia dos processos judiciais e a gastança do governo federal.</p>
<p>E para finalizar não podemos esquecer que estamos num ano eleitoral e que estes projetos não serão levados adiante, atrelado ao fato que o governo federal não vai pensar 02 vezes em aumentar suas despesas públicas para ajudar a sua candidata a presidência, o que pode desencadear a inflação ou um surto de desconfiança na capacidade do governo de segurar as rédeas da economia.</p>
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		<title>Separe uma mesa para o fisco sentar ao seu lado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[ Já pensou em trabalhar o dia inteiro com o Auditor Fiscal da Receita ao seu lado?
Pois a Receita pensou. Sua nova maneira de fiscalizar os contribuintes agora prevê que, se sua empresa estiver causando “algum tipo de embaraço à fiscalização”, o Auditor pode ficar sentado aí do seu lado, vendo de pertinho como você trabalha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"> Já pensou em trabalhar o dia inteiro com o Auditor Fiscal da Receita ao seu lado?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pois a Receita pensou. Sua nova maneira de fiscalizar os contribuintes agora prevê que, se sua empresa estiver causando “algum tipo de embaraço à fiscalização”, <strong>o Auditor pode ficar sentado aí do seu lado, vendo de pertinho como você trabalha e paga suas contas. </strong>Com mais um detalhe: <strong>pode reduzir à metade o prazo de recolhimento de seus impostos e controlar suas impressões e emissão de documentos fiscais.<span id="more-882"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O nome dessa nova ferramenta é <strong>Regime Especial de Fiscalização</strong>, também conhecida por REF, e foi instituída pela Instrução Normativa nº 979, de 16/12/2009. Não há um tipo de empresa específica, isto é, não depende de sua forma de tributação nem de seu porte. Segundo o Fisco, esse tipo de fiscalização poderá acontecer se o contribuinte apresentar:</p>
<ol>
<li>
<div style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Embaraço à fiscalização</strong>, caracterizado pela negativa não-justificada de exibição de livros e documentos em que se assente a escrituração das atividades do sujeito passivo, bem como pelo não fornecimento de informações sobre bens, movimentação financeira, negócio ou atividade próprios ou de terceiros, quando intimado, e demais hipóteses que autorizam a requisição do auxílio da força pública;</div>
</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Resistência à fiscalização</strong>, caracterizada pela negativa de acesso ao estabelecimento, ao domicílio fiscal ou a qualquer outro local onde se desenvolvam as atividades do sujeito passivo, ou se encontrem bens de sua posse ou propriedade;</li>
<li>Incidência em conduta que enseje representação criminal, nos termos da legislação que rege os crimes <strong>contra a ordem tributária</strong>;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Realização de operações sujeitas à incidência tributária sem a devida inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas</strong>(CNPJ) ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);</li>
<li>Prática reiterada de infração à legislação tributária;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify">Comercialização de mercadorias com evidências de <strong>contrabando ou descaminho</strong>;</li>
<li style="TEXT-ALIGN: justify">Evidências de que a pessoa jurídica esteja constituída por <strong>interpostas pessoas que não sejam os verdadeiros sócios ou acionistas</strong>, ou o titular, no caso de firma individual.</li>
</ol>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">                                                                                                                                                                                                                                                              Fonte: Informe <strong>SKILL</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que as empresas não ganham dinheiro?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ninguém está livre de cometer erros que podem comprometer o futuro de um negócio, o segredo é descobri-los a tempo, e ter disposição de enfrentar riscos e principalmente atitude para resolver problemas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-731" title="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" src="http://projetodsd.com.br/wp-content/uploads/2009/06/grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores.jpg" alt="grafico_de_crescimento_projeto_dsd_consultores" width="260" height="465" /></p>
<p>Acredito que toda empresa, ainda que uma vez, já tenha passado por uma crise, seja ela resultado de descontrole financeiro, investimento errado, falta de controle no estoque, conflito entre sócios, perda de clientes, falta de integração da equipe, etc&#8230;</p>
<p>Em muitos casos a atitude do executivo é empurrar com a barriga, esperando que um grande milagre ocorra ou consiga um sócio capitalista para cobrir o rombo.</p>
<p>Como as empresas são idealizadas, estruturadas, administradas por pessoas para atender pessoas, é na capacidade de lidar com pessoas que reside o fracasso ou sucesso de um empreendimento.</p>
<p>Vamos estruturar esta linha de pensamento baseado em 03 níveis de pessoas:</p>
<h3>1. Empreendedor</h3>
<p>Até recentemente as pessoas eram preparadas para vender de 08 a 12 horas diárias dos seus próximos 35 a 40 anos de saúde e disposição em troca de um salário, treinamento, proteção das adversidades tanto no presente quanto no futuro e a aposentadoria complementar. E o seu sonho?</p>
<p>Enquanto isso as escolas não ajudam a descobrir os talentos naturais e como usá-los, e passam anos ensinando a decorar fórmulas, repetir receitas e a não correr riscos.</p>
<p>Empreender é aprender com os erros, ter experiências próprias, exercitar a criatividade (habilidade de ter idéias e fazer a escolha certa) e inovação (habilidade de colocá-las para funcionar de maneira diferente) para atrair pessoas que valorizam o que sua empresa sabe fazer e pague por isso.</p>
<h3>2. Funcionário</h3>
<p>As empresas estão perdendo um dos seus principais ativos – o capital humano – com isso perde-se história e conhecimento, estabeleça os direitos e deveres e tenha uma equipe que perceba que pode crescer e se desenvolver junto com a empresa.</p>
<p>A estratégia da empresa deve ser apresentada a equipe para que tenham uma visão clara do que isso significa para a empresa no longo prazo, cuidando para que cada um desempenhe o papel necessário para que as diretrizes (objetivo + meta + tempo) por departamento sejam alcançadas.</p>
<p>Não adianta só treinamento, é preciso desenvolver uma equipe que pense, execute, resolva e tenha iniciativa, disponibilize informações e estabeleca indicativos para que os funcionários não executem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal.</p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Tradicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Resolve problema</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Apaga incêndio</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Sem rumo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table style="margin:0 10px 0 0 !important;" border="0">
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Sistema Ideal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empreendedor</td>
<td>Estabelece o planejamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerência</td>
<td>Define os procedimentos e as diretrizes</td>
</tr>
<tr>
<td>Funcionários</td>
<td>Resolvem os problemas, de acordo com um método</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<h3>3. Cliente</h3>
<p>O maior ativo de qualquer empresa é o cliente que foi obtido pela reputação, atendimento ou referência. É importante entender que a essência de qualquer negócio é servir pessoas para satisfazer uma necessidade, desejo ou desconforto, busque se relacionar com educação e respeito e que apesar de representar o básico, dificilmente são encontradas na maioria das empresas.</p>
<p>Cliente fidelizado volta a comprar o produto ou serviço da empresa e ainda indica para outras pessoas, isso é o boca-a-boca, uma das ferramentas mais poderosas de marketing. É importante ressaltar que o consumidor não estabelece relação com a empresa, mas com as pessoas que os atendem.</p>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/os-numeros-do-negocio/">É fundamental conhecer Os Números do Negócio</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vamos ter que ficar em dia com o Leão</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/como-as-empresas-brasileiras-podem-ser-afetadas/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/como-as-empresas-brasileiras-podem-ser-afetadas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado - Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias. O objetivo em 2011 é cruzar on-line as informações que envolvam CPF ou CNPJ em âmbito municipal, estadual, federal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado &#8211; Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, apelidado de HAL que só existe 02 similares no mundo, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias <span id="more-259"></span>das 182 instituições financeiras instaladas no Brasil.</h2>
<p style="text-align: justify;">Em 04 dias de operação, ele criou nada menos que 150 milhões  de diferentes pastas, uma para cada correntista do País, interligados pos CPF’s e CNPJ’s aos nomes dos titulares e de seus procuradores. Toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada, em qualquer banco do País, estará armazenada ali, com origem, destino e nome do proprietário, passando a ser uma ferramenta poderosa para combater fraudes, caixa dois e lavagem de dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia, Hal acrescentará a seus arquivos cerca de um milhão de novos registros, em informações providas pelo sistema bancário, quando o sistema se estabelecer o CCs deverá responder a cerca de 3 mil consultas diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo em 2011 é cruzar on-line as informações que envolvam CPF ou CNPJ em âmbito municipal, estadual, federal com:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">CARTÓRIOS</span>: Checar os bens imóveis – terrenos, casas, aptos, sítios, construções;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">DETRANS</span>: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, jet-skits e etc.;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">EMPRESAS EM GERAL</span>: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRR-F e etc,), passando a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços e geral, bem como os financiamentos em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento e controle da vida fiscal das pessoas ficarão tão aperfeiçoados que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de imposto já pronta, para o contribuinte validar. Todo cuidado é pouco. A partir de agora todos devem ter controle de todos os gastos no ano e verificar se os rendimentos ou outras fontes são suficientes para comprovar os pagamentos, além das demais preocupações, como lançar corretamente as receitas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação ás empresas, a partir de 22/01/07 foi instalado o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, que é um gigantesco banco de dados do Fisco, que armazenará informações de tudo o que as empresas compram, vendem e arrecadam de impostos, e ficará a disposição da Receita Federal e das 27 secretarias estaduais da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">O SPED compreende 04 subprojetos:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – Escrituração Contábil Digital (ECD), a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Livro Razão;</li>
<li>Livro diário;</li>
<li>Livro de Balancete Diários e Balanços;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas sujeitas a tributação do Imposto de Renda, com base no lucro Real.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Escrituração Fiscal Digital (EFD) a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Registro de Entradas;</li>
<li>Registro de Saídas;</li>
<li>Registro de Inventário;</li>
<li>Registro de Apuração de IPI;</li>
<li>Registro de Apuração de ICMS.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas contribuintes de ICMS e/ou IPI.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração da nota fiscal em papel modelo (1 ou 1A) por nota fiscal eletrônica com validade jurídica para todos os fins, com o objetivo de documentar as operações de circulação de mercadorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 21 de setembro de 2009, para todas as empresas que tenham operações comerciais com produtos e serviços, uma vez que o talonário de papel deixou de ter valor.</p>
<p style="text-align: justify;">4 - Conhecimento de Transporte Eletrônico (Ct-e)</p>
<p style="text-align: justify;">É um documento para fins fiscais, para o serviço de transporte de cargas realizada (Rodoviário, Ferroviário, Aquaviário, e Dutoviário).</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: Ainda não há previsão de obrigatoriedade de emissão do CT-e pelas empresas prestadoras de serviços de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;"> Atualmente o  regime tributário das empresas hoje está dividido em:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">LUCRO REAL</span>: Maioria das empresas de grande porte, representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">LUCRO PRESUMIDO</span>: Maioria das empresas de pequeno e médio porte, representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">SIMPLES NACIONAL</span>: 70% das empresas do Brasil respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional, ou seja, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de “ir acertando” os detalhes que faltam para minimizar problemas futuros, pois até o final de 2010 toda e qualquer empresa independente do regime tributário, precisam estar preparadas eletronicamente para atender o SPED.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Leia também</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://projetodsd.com.br/?p=256">Os 07 maiores erros na gestão empresarial.</a></p>
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