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	<title>Projeto DSD Consultores &#187; Dicas</title>
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	<description>Desafio . Solução . Desenvolvimento</description>
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		<title>Por que os juros são tão altos no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 16:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública (dívida do Governo Federal em títulos públicos vendidos aqui mais a dívida externa).<img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-947"></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Obs.: A dívida bruta pública PIB (dívida líquida pública mais os créditos recebíveis), corresponde a 70,2% do PIB.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O PIB do Brasil (soma de todos os bens e serviços produzidos) é de US$ 1, 579 trilhão, com uma dívida líquida pública de US$ 664 bilhões (42% do PIB), contra uma dívida externa de US$ 204 bilhões que correspondente a 12,9% do PIB (setor público US$ 54 bilhões + privado US$ 150 bilhões), com uma reserva de US$ 250 bilhões, sendo US$ 170 bilhões em títulos do Tesouro Americano, o problema não é a dívida externa, porque temos dinheiro para pagar e ainda sobra um bom troco.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A receita do governo em 2009 (impostos + previdência social + outras entradas) foi de US$ 370,924 bilhões, menos US$ 64,061 bilhões de transferências a estados e municípios, menos US$ 287,188 bilhões de despesa (com investimento, folha de pagamento e previdência social) gerou um superávit primário de US$ 19,675 bilhões que não foi suficiente para pagar os juros da dívida liquida pública de US$ 72,246 bilhões, gerando um déficit nominal do setor público (buraco no caixa) de US$ 52,571 bilhões (-3,3% do PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O superávit primário tem como objetivo pagar parte dos juros da dívida líquida pública, mas com essa política do governo de gastar mais com:</p>
<ul>
<li>Eleição;</li>
<li>Aumento dos salários dos funcionários públicos;</li>
<li>Aumento dos benefícios sociais;</li>
<li>Capitalização do BNDES;</li>
<li>PAC;</li>
<li>Pré-Sal.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8230; é fácil imaginar que esta dívida poderá crescer exponencialmente.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na hora de pagar os juros da dívida líquida pública, o governo opta por dois caminhos: o primeiro reforça o seu caixa com aumento de impostos, hoje os brasileiros pagam 37% da sua renda em tributos, pessoas físicas e jurídicas devem mais de US$ 450 bilhões em impostos atrasados, e no segundo caminho ele vende títulos públicos (Tesouro Nacional e Banco Central) no mercado e sinaliza que está disposto a pagar bem a quem comprá-los. A taxa Selic é utilizada como parâmetro para o pagamento desses títulos, atualmente em 9,5 % ao ano (taxa de juros reais e inflação), em função disto o governo absorve a maior parte do crédito disponível no país, para financiar a sua dívida.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A composição da dívida líquida pública é: títulos pré-fixados 28,23%, títulos corrigidos (pela inflação 28,14% e pela Selic 35,48%) e pelo dólar 8,15%. </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Os juros só vão cair de forma sustentada se o governo controlar a inflação, cortar gastos públicos, rever as leis tributárias, buscar a reforma da Previdência Social e enfrentar o cartel dos bancos, para diminuir o spread bancário – a diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos dos investidores (10% ao ano) e o que cobram dos empréstimos a pessoas físicas (42,7% ao ano), as empresas (25,5% ao ano), no cheque especial (160% ao ano) e no cartão de crédito (240% ao ano). O spread no Brasil compõe-se de: margem de lucro 27%, tributos e taxas 18,5%, custo administrativo 13,5%, custo de compulsório 3,6% e inadimplência 37,4%. A desculpa esfarrapada dos bancos é que o spread é alto porque a inadimplência é alta.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O atraso em operações de crédito de pessoas físicas ficou em 6,8%, a menor desde dezembro/2005 e o das jurídicas ficou em 3,6%, levando a média a 5%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para uma população que ainda não chegou a 200 milhões de habitantes, há hoje mais de 552 milhões de cartões (incluídos os de crédito, os de débito e os de lojas), mas com juros tão elevadas que quem cai nessa armadilha não sai dela facilmente. Tanto se fala em cadastro positivo, ou seja, em cobrança de juros diversificada conforme o perfil do cliente, no entanto, os bancos relutam em adotar esta política porque entendem que ganham mais sem esse instrumento.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O total de empréstimos do sistema financeiro (bancos públicos e privados nacionais e estrangeiros), mais as empresas e pessoas físicas em 2009 somaram US$ 710 bilhões, o equivalente a 45% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enquanto que o governo espera que a economia brasileira cresça entre 4,5% e 5,5%, a perspectiva é de que o crédito que hoje responde pela maior parte do resultado financeiro dos bancos cresça na ordem de 20%.</p>
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		<title>Os próximos anos serão os melhores já vividos pela economia brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil saiu forte da crise mundial de 2009 porque tínhamos um comportamento previsível e estável, com uma boa performance no sistema financeiro, equilíbrio nas contas públicas (mesmo que seja relativo), com uma taxa Selic de 8,75% que corresponde a uma inflação de 4,62% acrescido de uma taxa de juros reais de 4,13% (ainda é alta), maior oferta de crédito (45% do PIB), nos países mais ricos este valor ultrapassa (100% do PIB) e um crescimento ancorado no mercado interno.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Atualmente há uma deterioração das finanças dos países mais ricos do mundo, as sete maiores economias acumulam uma dívida superior a 50% do PIB mundial (soma de todas riquezas produzidas) perto de US$30 trilhões, com rombos orçamentários, estagnação da economia, desemprego recorde (média de 10% com tendência de alta) e sem um plano consistente de recuperação.</p>
<p>O Brasil está se transformando em uma das maiores economias de consumo do mundo, a classe C (renda mensal entre R$ 1.116,00 e R$ 4.807,00) representa hoje 90 milhões de consumidores e 44% da renda nacional e a classe D (renda mensal entre R$ 804,00 e R$ 1.115,00) representa hoje 45 milhões de consumidores e 16% da renda nacional, para as empresas, o desafio é entender o comportamento e os valores desses recém-chegados ao consumo e desenvolver estratégias para vender a eles seus produtos e serviços.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> Aprendemos nos últimos anos a ter uma visão de médio prazo e pensar mais estratégico, não é o ideal, mas é o começo para quem só apagava incêndio, nos próximos anos, teremos um conjunto de fatores que poderá nos ajudar muito:</p>
<ul>
<li>Eleição de Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governadores e Presidente da República;</li>
<li>Copa do Mundo 2014;</li>
<li>Olimpíadas 2016;</li>
<li>Pré-sal, que poderá tornar o Brasil em 05 anos autosuficiente em petróleo, mas também exportador.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> O impacto do conjunto destes fatores será um aumento do nível de emprego, atualmente a taxa de desemprego brasileira está em torno de 7,4% com a tendência de queda, aumento real dos salários, redução da informalidade das empresas, alongamento dos prazos de financiamentos, ampliação das linhas de  crédito com juros mais reduzidos pelos bancos públicos, arrastando os bancos  privados para a mesma direção, o aporte de investimentos externos e o crescimento da capacidade industrial nacional, mesmo com a desvalorização do dólar que reduz o preço dos produtos importados.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A estratégia de priorizar o mercado interno é a mais adequada, pois a disputa do mercado externo pelos Estados Unidos, países Asiáticos e Europeus só tende a radicalizar. No Brasil, as empresas exportadoras provavelmente serão levadas a reduzir seus preços nas exportações e direcionar parte dos excedentes para o mercado interno. Diante desta realidade, o mais provável é que, para garantir a expansão da produção doméstica, o Brasil tenha de continuar incentivando o consumo interno, começar a estimular os investimentos produtivos e administrar a tríade (crescimento, juros e inflação).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O <strong>PIB brasileiro</strong> (soma de todas riquezas produzidas no País)  passou de (US$ 882 bilhões) em 2005 para (US$ 1,574 trilhão) em 2009, ocupando atualmente a 8ª posição mundial, em 1º lugar está os USA com US$ 14,3 trilhões, em 2º lugar Japão, US$ 5 trilhões e em terceiro a China com US$ 4,8 trilhões,as previsões segundo o FMI, apontam um crescimento do PIB em 2010 para os países desenvolvidos de 1,3%,  para o Brasil 5% (2009 foi 0,2%) e a China em 10%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Brasil deve instigar o apetite do mercado de capitais por causa da solidez da sua economia, fechamos o ano com reservas de US$ 239,1 bilhões, em 2002 era US$ 49,3 bilhões. Não dá para confiar em um modelo de crescimento dependente destes recursos, o aumento no afluxo desses recursos, provoca valorização do real, e com estímulo fiscal do governo para a demanda pode-se criar a inflação o que levaria o Banco Central a aumentar os juros. A saída está em aumentar a poupança nacional, para dispensarmos estes recursos que fazem mais mal que bem, o nível de poupança em geral não ultrapassa 16% a 17% do PIB, enquanto a maioria dos países asiáticos poupa em torno de 35% a China vai para 51%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O resultado das exportações de 2009 é o pior desde 1950, a não ser que haja uma série mudança por parte do governo criando uma politíca de incentivo as exportações, o superávit comercial agora de US$ 25,3 bilhões deve diminuir mais este ano. No comércio mundial atendemos somente 1% do mercado, estamos nos transformando em exportador de matéria-prima, produtos minerais e commodities agrícolas  que são extremamente sensíveis as oscilações do mercado mundial e não de produtos industrializados com tecnologia avançada. Só para termos um parâmetro, o nosso principal parceiro comercial é a China que compra 80% das matérias primas e em muitos casos processam lá e exportam o produto manufaturado para o mundo, inclusive o Brasil.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A freada da economia, a queda da arrecadação, a desvalorização do dólar e o aumento dos gastos promovidos pelo governo, diminuiu o resultado das contas do setor público que corresponde  ao valor gerado por todas as receitas do governo (impostos, previdência social, transferências das estatais para a União, depósitos judiciais e transferências do BNDES) menos a transferência a estados e municipios e as despesas federais (como investimento, folha de pagamento e Previdência Social), gerou em 2009 um resultado primário de 1,25% do PIB, o problema é que os juros da dívida líquida  foi de 4,59% do PIB (EUA pagam pouco mais de 2%), gerando um défict orçamentário (resultado primário – juros da divida), de 3,34% do PIB, enquanto na Espanha foi de 8,5%, Portugal 7,6%, Grécia 9,8%, Irlanda 12,2%, Itália 5,4%, Japão 8,2% e EUA 10,7% (que corresponde a US$ 1,4 trilhão, práticamente o PIB brasileiro). Para refinanciar esta divída o governo vende titulos públicos remunerados pela taxa Selic, outro problema, porém, é que o Tesouro paga juros mais elevados para captar dinheiro para depois emprestar ao Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) que paga uma taxa de juros mais baixa.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> A <strong>dívida liquida total </strong>do setor público do Brasil está em 43% do PIB, enquanto na Espanha é  41,6%, Portugal 62,6%, Grécia 94,6%, Irlanda 38%, Itália 100,8%, Japão 104,6%, e EUA 65,2%. Esta nossa dívida liquida interna é composta por 60% de papéis (precificados e atrelados a índices de preços) que tem juros pré-definidos, 33,4% com papéis atrelados a taxa de juros (Selic) e o restante 6,6% ao câmbio. A <strong>dívida externa</strong> (setor público + privado) fechou em US$ 183 bilhões contra uma reserva de US$ 239,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">As <strong>contas externas</strong> (saldo balança comercial + saldo balança de serviços + transferências unilaterais) teve um défict de US$ 24,33 bilhões foi coberto pelo Investimento Estrangeiro Direto (IED) que foi de US$ 25,9 bilhões (em 2008 foi US$ 45,1 bilhões), também não foi desprezível a aplicação estrangeira em ações de empresas brasileiras na ordem de US$ 37,1 bilhões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A <strong>taxa de juros reais</strong> está em 4,13% ao ano, nos EUA está 0,18% na Eurozona 0,74% (excessão a Espanha com 10,6%), Austrália 3,8% e a China 0,39%, esta diferença apesar de ser alta, representa uma vantagem porque podemos reduzi-la, enquanto os países ricos não poderão utilizar este instrumento da política monetária, pois as pessoas estão mais pobres, as empresas faturando menos e boa parte da população demandando mais serviço público  e para crescer terão que aumentar o seu déficit orçamentário, situação que estamos livres, na classificação de competitividade do Forum Econômico Mundial a posição que o Brasil ocupa é o 56º lugar entre 133 países.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, a questão mais delicada são os nossos velhos projetos não resolvidos, as reformas tributárias, spread bancário, a baixa taxa de poupança, a falta de investimento em infra estrutura, o altíssimo custo Brasil, o baixo índice de escolaridade, leis trabalhistas ultrapassadas, desvio de dinheiro público, a estrutura pública de baixa qualidade, a burocracia dos processos judiciais e a gastança do governo federal.</p>
<p>E para finalizar não podemos esquecer que estamos num ano eleitoral e que estes projetos não serão levados adiante, atrelado ao fato que o governo federal não vai pensar 02 vezes em aumentar suas despesas públicas para ajudar a sua candidata a presidência, o que pode desencadear a inflação ou um surto de desconfiança na capacidade do governo de segurar as rédeas da economia.</p>
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		<title>Precificação</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/precificacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[precificacao]]></category>

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		<description><![CDATA[3 - Como definir o preço dos produtos e serviços?
O valor correto do preço de venda é conseqüência de 02 aspectos:

Financeiro (interno) &#8211; que deverá cobrir o custo da mercadoria/produto ou serviço, as despesas de vendas (impostos, comissões, etc.), as despesas administrativas (aluguel, telefone, salário, pró-labore, contador, depreciação, etc.), as despesas financeiras (bancos) para gerar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>3 - Como definir o preço dos produtos e serviços?</h2>
<p>O valor correto do preço de venda é conseqüência de 02 aspectos:</p>
<ol>
<li>Financeiro (interno) &#8211; que deverá cobrir o custo da mercadoria/produto ou serviço, as despesas de vendas (impostos, comissões, etc.), as despesas administrativas (aluguel, telefone, salário, pró-labore, contador, depreciação, etc.), as despesas financeiras (bancos) para gerar o Lucro Líquido. É fundamental que todas as informações financeiras sejam confiáveis.</li>
<li>Mercadológico (externo) &#8211; o preço praticado deverá estar próximo dos concorrentes diretos e você deve saber mais sobre o perfil dos seus clientes.</li>
</ol>
<table border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: center;">
<th>Preço de venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo de aquisição (sem ICMS)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
<tr>
<th>Preço de Venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo do Produto Fabricado (Insumo + Mão de Obra)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
<tr>
<th>Preço de Venda</th>
<td><span class="divisionrow">Custo de Serviço (Material + Horas trabalhadas)</span><small>100% &#8211; (% Desp. Vendas + % Desp. Adm. + % Desp. Financ. + % Lucro Líquido)</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Caso o preço de mercado seja menor do que o preço calculado, a empresa deverá desenvolver alguma ação para diminuir os seus custos, ou despesas, ou então, aceitar um lucro líquido menor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como elaborar um plano de negócios?</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/elaborar-plano-negocios/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[2 &#8211; O que alguém que está pensando em começar um negócio deveria fazer?
Caso queira abrir um negócio novo ou mesmo expandir, é fundamental elaborar um Plano de Negócios para avaliar os aspectos mercadológicos, financeiros, operacionais, fiscais e tributários com o objetivo de diminuir os riscos futuros, garantir o retorno do investimento, além de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>2 &#8211; O que alguém que está pensando em começar um negócio deveria fazer?</h2>
<p>Caso queira abrir um negócio novo ou mesmo expandir, é fundamental elaborar um Plano de Negócios para avaliar os aspectos mercadológicos, financeiros, operacionais, fiscais e tributários com o objetivo de diminuir os riscos futuros, garantir o retorno do investimento, além de ser uma peça fundamental para captação de recursos de terceiros ou atrair sócios investidores.</p>
<p>O Plano de Negócio deverá responder as seguintes perguntas:</p>
<ul>
<li>Qual o mercado a ser atingido?</li>
<li>Quais são as necessidades/desejos dos clientes?</li>
<li>Quais são os riscos?</li>
<li>Quanto será o investimento inicial?</li>
<li>Quando será o retorno do investimento?</li>
<li>Qual o lucro líquido esperado?</li>
<li>Quais produtos e serviços a serem oferecidos?</li>
<li>Como será estabelecido os preços de venda?</li>
<li>Quem são os concorrentes?</li>
<li>Quem são os fornecedores?</li>
<li>Qual o perfil dos funcionários?</li>
<li>Qual o diferencial competitivo?</li>
<li>Como será o atendimento?</li>
<li>Quais os meios de comunicação com o mercado?</li>
<li>Quando atingirá as metas?</li>
<li>Quais os meios de comunicação com o mercado?</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobrevivência das empresas</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/sobrevivencia-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; Por que a maioria das empresas fecha antes de completar 3 anos?
O brasileiro é muito empreendedor (sonhador) e pouco empresário (aquele que planeja, implanta e controla), as micros e pequenas correspondem a 96% das empresas brasileiras e a alta taxa da quebra das empresas de 50% a 60% é uma combinação de vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1 &#8211; Por que a maioria das empresas fecha antes de completar 3 anos?</h2>
<p>O brasileiro é muito empreendedor (sonhador) e pouco empresário (aquele que planeja, implanta e controla), as micros e pequenas correspondem a 96% das empresas brasileiras e a alta taxa da quebra das empresas de 50% a 60% é uma combinação de vários fatores:</p>
<ul>
<li>Desconhecimento do mercado e da concorrência;</li>
<li>Dificuldade em planejar, desenvolver e realizar ações adequadas ao negócio;</li>
<li>Não conhece os princípios básicos de gestão administrativa / financeira, legislação trabalhista / tributária, conceitos de formação de preço e controles;</li>
<li>Acumula dívidas e utiliza empréstimo com uma alta taxa de juros;</li>
<li> Normalmente abre um negócio por necessidade, não por oportunidade;</li>
<li> Alta carga tributária;</li>
<li>Falta de políticas de financiamentos;</li>
<li>Mistura pessoa física e jurídica.</li>
</ul>
<p>Entenda melhor sobre o planejamento necessário ao abrir uma empresa na dica sobre <a title="Como elaborar o plano de negócio" href="http://projetodsd.com.br/elaborar-plano-negocios/">Plano de Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil sai da recessão, mas não da crise</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/brasil-sai-da-recessa/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/brasil-sai-da-recessa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública (dívida do Governo Federal em títulos públicos vendidos aqui mais a dívida externa).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A economia brasileira nos últimos anos (2006-2008) cresceu a passos rápidos, ajudada pelo aumento de preço das commodities (minérios e gêneros agrícolas produzidos em larga escala e comercializados em nível mundial) pelo inédito volume de recursos financeiros externos sob as mais variadas formas, pelo crédito interno tomado pelas empresas, e uma maior condição de compra do consumidor (empréstimos de longo prazo).<span id="more-262"></span></strong></p>
<p> Neste ponto é importante entender que o consumidor brasileiro decide suas compras com base se a prestação cabe no seu bolso, independente da taxa de juro cobrada.</p>
<p>O crescimento do crédito para a pessoa física esteve diretamente vinculado ao aumento do emprego, até setembro de 2008 a produção industrial cresceu a uma taxa de 7,1% ao ano, gerando 250 mil empregos por mês em um mercado de trabalho de 21,67 milhões de pessoas e com 44% de carteira assinada. As pessoas se endividavam na esperança que permaneceriam empregadas e teriam ganhado de renda no futuro, o crédito se tornou um dos principais motores da economia, chegou a 44% do PIB um número pequeno se comparado com o Chile, China e os Estados Unidos que emprestaram 82%, 114% e 284% do PIB.</p>
<p>Ao contrário do que aconteceu em crises anteriores, em 1995 com o México, 1997 com os Tigres Asiáticos, em 1999 com a desvalorização cambial, a crise de 2008 nos Estados Unidos, não nos atingiu em cheio, porque os bancos não possuíam papéis ligados a hipotecas de alto risco (sub-prime).</p>
<p>Nestes períodos as reservas brasileiras eram em torno de US$ 50 bilhões contra US$ 200 bilhões atualmente. A dívida pública era superior a 60% do PIB, hoje é 40% do PIB e o saldo comercial era deficitário, agora é superavitário.</p>
<p>É preciso entender que as empresas usam recursos próprios e também capitais de terceiros (financiamento) para pagar as matérias-primas, salários e despesas administrativas para produzir bens ou serviços, depois vendem, geram lucro, pagam o empréstimo do banco e impostos para o governo. Isso deveria ser o caminho, mas a realidade é que por vários fatores as empresas cresceram ou mantiveram seus negócios a custa de dívidas e com a crise, a situação financeira se tornou muito delicada.</p>
<p>Num mundo de incertezas, o dinheiro parou de circular e o principal efeito da crise, surgiu no último trimestre de 2008, a dificuldade de se obter dinheiro, pois 19% da oferta de crédito tinham origem externa.</p>
<p>As empresas brasileiras de grande porte tiveram de correr para as linhas de crédito em moeda nacional e a conseqüência foi o sumiço do crédito (capital de giro) para as pequenas e médias empresas.</p>
<p>Para reduzir os efeitos da crise internacional, o governo criou mecanismos para reanimar o mercado interno, através de redução de impostos, corte da taxa básica de juros, reduziu o depósito dos compulsórios (depósitos a vista, a prazo ou poupança) que os bancos fazem junto do Banco Central, liberando mais dinheiro para produzir, girar a roda dos negócios, voltar a empregar e estimular as operações de crédito.</p>
<p>Mas 02 tópicos precisam ser melhorados para sairmos do buraco literalmente:</p>
<ol>
<li> O governo não gasta mais do que arrecada, pois no futuro não se sabe se o país terá dinheiro suficiente para pagar a sua dívida.</li>
<li> O Brasil sairá de um PIB de 5% em 2008 para algo próximo a zero, e para evitar esta desaceleração é necessário:</li>
</ol>
<ul>
<li>Investimento em sistemas produtivos;</li>
<li>Reforma no Sistema Tributário;</li>
<li>Reforma na Previdência Social;</li>
<li>Diminuição do Custo Brasil;</li>
<li>Investimento na Educação;</li>
<li>Investimento em infra-estrutura.</li>
</ul>
<p> </p>
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<p><a href="http://projetodsd.com.br/?p=259">Vamos ter que ficar em dia com o Leão.</a></p>
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