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	<title>Projeto DSD Consultores &#187; destaque-home</title>
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	<description>Desafio . Solução . Desenvolvimento</description>
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		<title>Por que os juros são tão altos no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 16:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Quando se fala em juros no Brasil, as pessoas costumam criticar apenas o Banco Central, no entanto essa avaliação é míope. O problema são os juros que o governo paga pela dívida líquida pública (dívida do Governo Federal em títulos públicos vendidos aqui mais a dívida externa).<img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="Mais..." src="http://projetodsd.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-947"></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Obs.: A dívida bruta pública PIB (dívida líquida pública mais os créditos recebíveis), corresponde a 70,2% do PIB.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O PIB do Brasil (soma de todos os bens e serviços produzidos) é de US$ 1, 579 trilhão, com uma dívida líquida pública de US$ 664 bilhões (42% do PIB), contra uma dívida externa de US$ 204 bilhões que correspondente a 12,9% do PIB (setor público US$ 54 bilhões + privado US$ 150 bilhões), com uma reserva de US$ 250 bilhões, sendo US$ 170 bilhões em títulos do Tesouro Americano, o problema não é a dívida externa, porque temos dinheiro para pagar e ainda sobra um bom troco.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A receita do governo em 2009 (impostos + previdência social + outras entradas) foi de US$ 370,924 bilhões, menos US$ 64,061 bilhões de transferências a estados e municípios, menos US$ 287,188 bilhões de despesa (com investimento, folha de pagamento e previdência social) gerou um superávit primário de US$ 19,675 bilhões que não foi suficiente para pagar os juros da dívida liquida pública de US$ 72,246 bilhões, gerando um déficit nominal do setor público (buraco no caixa) de US$ 52,571 bilhões (-3,3% do PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O superávit primário tem como objetivo pagar parte dos juros da dívida líquida pública, mas com essa política do governo de gastar mais com:</p>
<ul>
<li>Eleição;</li>
<li>Aumento dos salários dos funcionários públicos;</li>
<li>Aumento dos benefícios sociais;</li>
<li>Capitalização do BNDES;</li>
<li>PAC;</li>
<li>Pré-Sal.</li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8230; é fácil imaginar que esta dívida poderá crescer exponencialmente.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na hora de pagar os juros da dívida líquida pública, o governo opta por dois caminhos: o primeiro reforça o seu caixa com aumento de impostos, hoje os brasileiros pagam 37% da sua renda em tributos, pessoas físicas e jurídicas devem mais de US$ 450 bilhões em impostos atrasados, e no segundo caminho ele vende títulos públicos (Tesouro Nacional e Banco Central) no mercado e sinaliza que está disposto a pagar bem a quem comprá-los. A taxa Selic é utilizada como parâmetro para o pagamento desses títulos, atualmente em 9,5 % ao ano (taxa de juros reais e inflação), em função disto o governo absorve a maior parte do crédito disponível no país, para financiar a sua dívida.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A composição da dívida líquida pública é: títulos pré-fixados 28,23%, títulos corrigidos (pela inflação 28,14% e pela Selic 35,48%) e pelo dólar 8,15%. </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Os juros só vão cair de forma sustentada se o governo controlar a inflação, cortar gastos públicos, rever as leis tributárias, buscar a reforma da Previdência Social e enfrentar o cartel dos bancos, para diminuir o spread bancário – a diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos dos investidores (10% ao ano) e o que cobram dos empréstimos a pessoas físicas (42,7% ao ano), as empresas (25,5% ao ano), no cheque especial (160% ao ano) e no cartão de crédito (240% ao ano). O spread no Brasil compõe-se de: margem de lucro 27%, tributos e taxas 18,5%, custo administrativo 13,5%, custo de compulsório 3,6% e inadimplência 37,4%. A desculpa esfarrapada dos bancos é que o spread é alto porque a inadimplência é alta.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O atraso em operações de crédito de pessoas físicas ficou em 6,8%, a menor desde dezembro/2005 e o das jurídicas ficou em 3,6%, levando a média a 5%.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para uma população que ainda não chegou a 200 milhões de habitantes, há hoje mais de 552 milhões de cartões (incluídos os de crédito, os de débito e os de lojas), mas com juros tão elevadas que quem cai nessa armadilha não sai dela facilmente. Tanto se fala em cadastro positivo, ou seja, em cobrança de juros diversificada conforme o perfil do cliente, no entanto, os bancos relutam em adotar esta política porque entendem que ganham mais sem esse instrumento.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O total de empréstimos do sistema financeiro (bancos públicos e privados nacionais e estrangeiros), mais as empresas e pessoas físicas em 2009 somaram US$ 710 bilhões, o equivalente a 45% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enquanto que o governo espera que a economia brasileira cresça entre 4,5% e 5,5%, a perspectiva é de que o crédito que hoje responde pela maior parte do resultado financeiro dos bancos cresça na ordem de 20%.</p>
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		<title>Vamos ter que ficar em dia com o Leão</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/como-as-empresas-brasileiras-podem-ser-afetadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Financeira Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado - Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias. O objetivo em 2011 é cruzar on-line as informações que envolvam CPF ou CNPJ em âmbito municipal, estadual, federal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Desde o dia 07/05/2009 um computador chamado &#8211; Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional, apelidado de HAL que só existe 02 similares no mundo, trabalha sem cessar no sub-solo do Banco Central para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias <span id="more-259"></span>das 182 instituições financeiras instaladas no Brasil.</h2>
<p style="text-align: justify;">Em 04 dias de operação, ele criou nada menos que 150 milhões  de diferentes pastas, uma para cada correntista do País, interligados pos CPF’s e CNPJ’s aos nomes dos titulares e de seus procuradores. Toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada, em qualquer banco do País, estará armazenada ali, com origem, destino e nome do proprietário, passando a ser uma ferramenta poderosa para combater fraudes, caixa dois e lavagem de dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia, Hal acrescentará a seus arquivos cerca de um milhão de novos registros, em informações providas pelo sistema bancário, quando o sistema se estabelecer o CCs deverá responder a cerca de 3 mil consultas diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo em 2011 é cruzar on-line as informações que envolvam CPF ou CNPJ em âmbito municipal, estadual, federal com:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">CARTÓRIOS</span>: Checar os bens imóveis – terrenos, casas, aptos, sítios, construções;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">DETRANS</span>: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, jet-skits e etc.;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">EMPRESAS EM GERAL</span>: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRR-F e etc,), passando a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços e geral, bem como os financiamentos em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento e controle da vida fiscal das pessoas ficarão tão aperfeiçoados que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de imposto já pronta, para o contribuinte validar. Todo cuidado é pouco. A partir de agora todos devem ter controle de todos os gastos no ano e verificar se os rendimentos ou outras fontes são suficientes para comprovar os pagamentos, além das demais preocupações, como lançar corretamente as receitas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação ás empresas, a partir de 22/01/07 foi instalado o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, que é um gigantesco banco de dados do Fisco, que armazenará informações de tudo o que as empresas compram, vendem e arrecadam de impostos, e ficará a disposição da Receita Federal e das 27 secretarias estaduais da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">O SPED compreende 04 subprojetos:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – Escrituração Contábil Digital (ECD), a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Livro Razão;</li>
<li>Livro diário;</li>
<li>Livro de Balancete Diários e Balanços;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas sujeitas a tributação do Imposto de Renda, com base no lucro Real.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Escrituração Fiscal Digital (EFD) a partir do sistema de contabilidade da empresa deve ser gerado um arquivo digital, para ser submetido ao Programa Validador e Assinador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Registro de Entradas;</li>
<li>Registro de Saídas;</li>
<li>Registro de Inventário;</li>
<li>Registro de Apuração de IPI;</li>
<li>Registro de Apuração de ICMS.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 1 de janeiro de 2009, as empresas contribuintes de ICMS e/ou IPI.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração da nota fiscal em papel modelo (1 ou 1A) por nota fiscal eletrônica com validade jurídica para todos os fins, com o objetivo de documentar as operações de circulação de mercadorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: A partir de 21 de setembro de 2009, para todas as empresas que tenham operações comerciais com produtos e serviços, uma vez que o talonário de papel deixou de ter valor.</p>
<p style="text-align: justify;">4 - Conhecimento de Transporte Eletrônico (Ct-e)</p>
<p style="text-align: justify;">É um documento para fins fiscais, para o serviço de transporte de cargas realizada (Rodoviário, Ferroviário, Aquaviário, e Dutoviário).</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas Jurídicas obrigadas: Ainda não há previsão de obrigatoriedade de emissão do CT-e pelas empresas prestadoras de serviços de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;"> Atualmente o  regime tributário das empresas hoje está dividido em:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">LUCRO REAL</span>: Maioria das empresas de grande porte, representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">LUCRO PRESUMIDO</span>: Maioria das empresas de pequeno e médio porte, representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">SIMPLES NACIONAL</span>: 70% das empresas do Brasil respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional, ou seja, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de “ir acertando” os detalhes que faltam para minimizar problemas futuros, pois até o final de 2010 toda e qualquer empresa independente do regime tributário, precisam estar preparadas eletronicamente para atender o SPED.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Leia também</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://projetodsd.com.br/?p=256">Os 07 maiores erros na gestão empresarial.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os 07 maiores erros na gestão empresarial</title>
		<link>http://projetodsd.com.br/os7-maiores-erros-na-gestao-empresarial/</link>
		<comments>http://projetodsd.com.br/os7-maiores-erros-na-gestao-empresarial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Barbosa Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[destaque-home]]></category>
		<category><![CDATA[Administração e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Se administrar é fazer escolhas, devemos buscar acertar sempre, caso contrário os recursos e tempo investidos serão desperdiçados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Se administrar é fazer escolhas, devemos buscar acertar sempre, caso contrário os recursos e tempo investidos serão desperdiçados.</h2>
<ol>
<li>
<h3>Vença o medo</h3>
<p>Medo nada mais é do que a ausência do conhecimento e a falta de experiência sobre algo. Avalie quais são os seus talentos, aptidões e competências para administrar um negócio. Enfrente as situações que causam frio na barriga, experimente os limites da sua capacidade, procure enxergar oportunidades onde muitos só vêem ameaças e principalmente tenha clareza sobre o que fazem.</li>
<li>
<h3>Tenha um horizonte</h3>
<p>Elabore um plano de negócios, que nada mais é do que colocar no papel uma simulação de como a empresa funcionará, através de: viabilidade de mercado, análise da concorrência, avaliação do diferencial competitivo, elaboração de um planejamento operacional, financeiro, tributário e fiscal.</li>
<li>
<h3>Volte-se para o cliente</h3>
<p>A verdade é que na maioria das vezes o cliente acaba sendo esquecido em boa parte das decisões tomadas pelas empresas.</p>
<p>É fundamental entender que eles não compram produtos e/ou serviços, mas um pacote de conveniências que lhe proporcione uma maior percepção de valor (algo que ultrapasse o fator preço) como: entender a necessidade, desejo ou desconforto, oferecer uma solução adequada, fazer de forma simples e cumprir o prometido.</p>
<p>O ato da compra tem pouco a ver com o lado racional e tudo a ver com o lado emocional. Pode parecer difícil de compreender, mas ao comprar algo não estamos em busca exatamente de um produto ou serviço. Algumas vezes, buscamos uma solução para os nossos problemas, porém na maioria das vezes queremos mudar nosso estado emocional: de desânimo para ânimo, de tristeza para alegria.</li>
<li>
<h3>Gaste menos do que se ganha</h3>
<p>Muitas pessoas sentem certa rejeição diante dos termos do mundo das finanças como Planejamento Orçamentário, Fluxo de Caixa, Ponto de Equilíbrio, Demonstrativo de Resultado e Balanço Patrimonial.</p>
<p>Números são meros reflexos das decisões que se toma. A gestão de negócio não pode acontecer ao sabor das circunstâncias, saiba a diferença entre receita, custo e despesa, e como estabelecer Lucro, Liquidez e Rentabilidade.</p>
<p>Todo problema financeiro é conseqüência de um problema operacional, cuidado com excesso de controles para não perder a agilidade.</li>
<li>
<h3>O Lucro pode estar no estoque</h3>
<p>A maior parte das saídas de dinheiro de uma empresa está no setor de compras. Quando as compras são erradas, excessivas e mal planejadas aumenta a necessidade de capital de giro e compromete a saúde financeira. É muito comum uma empresa não ter o exato conhecimento da variedade de itens, da quantidade estocada e do capital investido. Para tanto, alguns controles são fundamentais:</p>
<ul>
<li>Custo da Mercadoria ou Produto ou Serviço vendido;</li>
<li>Margem de Contribuição unitária;</li>
<li>Giro de Estoque;</li>
<li>Estoque mínimo;</li>
<li>Pedido de compra;</li>
<li>Estoque Segurança.</li>
</ul>
<p> </li>
<li>
<h3>Atraia as pessoas certas</h3>
<p>As empresas buscam efetividade e flexibilidade para se adaptar as novas diretrizes do mercado, enquanto os funcionários almejam a segurança do seu emprego e a remuneração. Precisamos ajudar as pessoas a descobrirem seus talentos, com isso desenvolverão confiança, estima e terão a chave para a auto realização, pois vão perceber que podem crescer e aprender com a empresa. É fundamental dar treinamento para desenvolver, na equipe, a capacidade de aprender fazendo, disponibilizar procedimentos para não executarem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal, estabelecer indicadores representativos para avaliar sua performance, criar um programa de participação nos resultados, e estimular o trabalho em equipe.</li>
<li>
<h3>Monitore de perto a informação</h3>
<p>Antes de comprar um sistema de gestão é necessário mapear todo o processo do negócio para dimensionar o mais adequado.(cuidado que o barato sai caro).</p>
<p>Todas as informações têm algum tipo de significado, servem para que se faça um acompanhamento em tempo real e para desenvolver indicadores que informem situações críticas com antecedência.</li>
</ol>
<h2>Leia também</h2>
<p><a href="http://projetodsd.com.br/?page_id=251">O que é Fluxo de Caixa.</a></p>
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