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Por que as empresas não ganham dinheiro?

por Francisco Barbosa Neto em 17 de junho de 2009

em Administração, Controle Financeiro, Planejamento

Ninguém está livre de cometer erros que podem comprometer o futuro de um negócio, o segredo é descobri-los a tempo, e ter disposição de enfrentar riscos e principalmente atitude para resolver problemas.

Gráfico de crescimento

  1. Mercado

    Esteja permanentemente ligado sobre a situação: do mundo, do país, da sua cidade, setor que atua, concorrência, fornecedores, tecnologia e equipamentos. Avalie melhor os pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, se eduque com relação a gestão empresarial.

    Trabalhe com pessoas que se identifiquem com a cultura da empresa, que aceitem colaborar com ela e tenham paixão em servir. Entenda que o diferencial competitivo de um negócio é satisfazer uma necessidade, desejo ou desconforto, através de uma experiência de encantamento e satisfação.

  2. Empresa

    Avalie se existe demanda para seus produtos ou serviços, defina uma meta de venda, calcule corretamente os preços de venda levando em consideração o lucro e o fluxo de caixa, estabeleça um planejamento para adequar as despesas e custos, implante um fluxo de caixa com previsão de pelo menos 06 meses.

    Levante as dívidas, priorize as mais importantes que garantam a sobrevivência da empresa (fornecedores e colaboradores) e as restantes devem ser negociadas com prazos maiores de pagamentos, isto é, uma forma de obter capital fora dos bancos, e evite contrair novos empréstimos para quitar dívidas.

    Tenha cautela na formação de estoques e calcule corretamente os preços de venda. Estabeleça uma política de verdade e transparência com os colaboradores, fornecedores e clientes.

  3. Você

    Talvez a sua família esteja vivendo um padrão de vida que a empresa não consiga suportar, é necessário entender que o caixa da empresa não pode ser confundido com a conta corrente da família.

    Priorize as necessidades familiares, liste as despesas, negocie (cheque e cartão), corte o máximo possível os gastos e suspenda temporariamente novos investimentos.

    É fundamental conhecer Os Números do Negócio.

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Os Números do Negócio

por Francisco Barbosa Neto em 16 de junho de 2009

em Controle Financeiro, Planejamento

Vários empresários se dedicam integralmente a sua empresa, e são capazes de executar várias funções, mas quando chega a hora de entender e interpretar o desempenho financeiro de seu negócio sentem certa dificuldade.

Planilha de Fluxo de Caixa


  1. Planejamento Orçamentário — quanto gostaríamos de ganhar

    É um ato de previsão da Venda Bruta, Custo e Despesa numa data futura e serve para orientar a empresa para que obtenha o resultado desejado

    • Venda Bruta é a multiplicação da quantidade de produto / serviço vendida pelo seu respectivo preço unitário.
    • Custo são os gastos associados aos fornecedores para aquisição de matéria-prima, insumo e embalagem para empresas industriais, mercadoria para empresas comerciais e material para empresas prestadoras de serviços.
    • Despesa são os gastos que a empresa tem para comprar, pagar, produzir, vender e receber.
    • Lucro é a remuneração do capital investido.

    Planilha de Planejamento Orçamentário
    (+) Venda Bruta 100.000
    (-) Despesa Venda 20.000
    (-) Custo 30.000
    (-) Despesa Administrativa 33.000
    (-) Despesa Financeira 2.000
    (=) Lucro 15.000
    Valores em R$

  2. Demonstrativo de Resultado — quanto ganhamos

    Serve para apurar o resultado mensal da empresa, é o valor da venda menos o custo do produto / serviço e as despesas da empresa. Este indicador mostra se a operação obteve lucro ou prejuízo num determinado período.

    Planilha de Demonstrativo de Resultado
    Planejamento OrçamentárioProjeção (início do mês) Demonstrativo de ResultadoRealizado (final do mês)
    (+) Venda Bruta 100.000 80.000
    (-) Despesa de Venda 20.000 16.000
    (-) Custo 30.000 24.000
    (-) Despesa Administrativa 33.000 33.000
    (-) Despesa Financeira 2.000 1.600
    (=) Lucro Operacional 15.000 5.400
    Valores em R$

    No cálculo de demonstrativo de resultado, venda, custo e despesa são contabilizados na data da transação.

  3. Fluxo de Caixa — como recebemos / gastamos

    É o registro das entradas e saídas de dinheiro no caixa, contabilizadas quando o dinheiro efetivamente troca de mãos. Este indicador está relacionado com a liquidez, temos dinheiro para pagar os compromissos assumidos com terceiros, em dia?

    Planilha de Fluxo de Caixa
    Soma
    Semanas
    Disponível Inicial (5.000) 0 0 0 (5.000)
    Total Entradas 30.000 35.000 15.000 15.000 95.000
    Total Saídas 20.000 40.000 13.000 13.000 86.000
    Diferença da semana 10.000 (5.000) 2.000 2.000 9.000
    Saldo Caixa Total 5.000 0 2.000 4.000 4.000
    Valores em R$

    GRÁTIS

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  4. Balanço Patrimonial — o que conservamos

    • Ativo representa as aplicações de recursos feitas na empresa (bens e direitos).
    • Passivo revela as origens de recursos obtidos pela empresa e que foram investidos no Ativo (dívidas com terceiros).
    • Patrimônio Líquido representa o capital inicial e os lucros acumulados num determinado período, e que pertencem aos proprietários do negócio (obrigações com os sócios).
    Planilha de Balanço Patrimonial
    Ativos Passivos
    Ativo Financeiro Passivo Financeiro
    Caixa 4.000 Empréstimos bancários 50.000
    Ativo Operacional Passivo Operacional
    Contas a receber 20.000 Fornecedores a pagar 36.500
    Estoque 26.000 Despesas provisionadas 3.500
    Ativo Permanente Patrimônio Líquido
    Imobilizado 300.000 Capital próprio investido 260.000
    Total do Ativo 350.000 Total do Passivo 350.000
    Valores em R$

Leia também

Fluxo de Caixa.

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Crise econômica mundial

por Francisco Barbosa Neto em 15 de junho de 2009

em Crise

Como tudo começou

Após a crise das empresas “pontocom” em 2001, o Banco Central Americano (FED) baixou a taxa básica de juros que serve de parâmetro para o crédito, abaixo de 2% ao ano, para que a economia se recuperasse induzindo as pessoas a consumir o que quisessem.

Para se ter uma idéia, no final de 2008, o financiamento de compras no cartão de crédito chegou a US$ 3 trilhões. Só para comparar, o PIB do Brasil em 2008 (é o valor de tudo que produzimos em bens e serviços em um ano) foi de US$ 1,3 trilhão.

Com a economia aquecida, as empresas financeiras especializadas no mercado imobiliário passaram a conceder financiamento (sub-prime) para vender casas com prestações mais baratas que o valor do aluguel. A primeira idéia brilhante foi emprestar dinheiro a longo prazo, juros altos, sujeito a reajustes, para clientes sem comprovação de renda, com histórico ruim de crédito tendo as casas como garantia.

Outro fato a ser considerado é como os preços das residências subiram mais de 70% entre 2001 a 2004, e os juros eram baixos, muita gente refinanciou seus imóveis recebendo dinheiro em troca e utilizou para saldar dívidas do cartão de crédito, de empréstimos pessoais, ou comprar bens não-duráveis.

Ai surgiu à segunda idéia brilhante, em busca de lucros maiores, gestores de fundos e bancos compraram a carteira hipotecária (sub-prime) das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitindo que uma nova quantia de dinheiro seja novamente emprestada, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.

Como ganância pouca é bobagem, por um processo chamado de Securitização, as hipotecas imobiliárias foram agrupadas e transformadas em títulos negociados pelos bancos de investimentos de Wall Street, para centenas de seguradoras, fundos de pensão e bancos do mundo.

O FED aumentou a taxa básica de juros 17 vezes entre junho de 2004 e junho de 2006, chegando 5,25% ao ano, em um esforço para conter a inflação que chegou a 2,9%, acima de 2% considerada como nível aceitável.

Um dos primeiros sinais da crise foi a retração do mercado imobiliário a partir de junho 2006 em função do grande volume de oferta de casas, ninguém queria mais comprar, as construtoras cancelaram as obras e demitiram funcionários. A economia dos EUA desaqueceu, os bancos reajustaram os valores das prestações das hipotecas imobiliárias, assim muita gente se viu pagando dívidas maiores do que o bem a elas atrelado, o que fez ocorrer o movimento de desistência das prestações por parte dos mutuários. O aumento da inadimplência nos empréstimos forçou os bancos a executarem as hipotecas e a reconhecerem um grande volume de perdas de títulos (podres), obrigando-os a ficarem mais conservadores.

Fundos de investimentos de todo mundo que tinham papéis no mercado (sub-prime), tiveram de desfazer o ativo de outros setores para compensar as perdas dos títulos (sub-prime). O investidor deixou de confiar em banco, banco deixou de confiar em banco, em 15 de setembro de 2008, o banco de investimentos Lehman Brothers com mais de 150 anos entregou pedido de concordata, e o pânico chegou às Bolsas de Valores.
A taxa de desemprego aumentou, as pessoas perderam o poder de compra e o mercado perdeu liquidez, dando início a crise econômica e financeira mundial que vinha sendo incubada, a vista de todos, e poucos perceberam a sua gravidade.

Para termos uma dimensão desta quebradeira, no início de 2008 o valor total das ações negociadas no mercado das bolsas no mundo atingiu 65 trilhões de dólares, e em 8 de outubro de 2008 a crise corroeu 35 trilhões de dólares.

A dívida atual das famílias americanas, incluindo hipotecas imobiliárias, financiamento de compras ou consumo e cartões de crédito são de US$ 13,8 trilhões valor igual ao PIB americano. Nos últimos anos, a economia mundial cresceu em torno de 7% ao ano, agora a expectativa é ter crescimento negativo nos países desenvolvidos, enquanto o mundo emergente será de 0,5% a 3% ao ano.

Será que eles já chegaram ao fundo do poço?

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Eles já chegaram ao fundo do poço?

por Francisco Barbosa Neto em 10 de junho de 2009

em Crise

O início de 2009 foi caracterizado pela crise do setor imobiliário americano, que acabou produzindo uma crise financeira tendo como conseqüência a paralisação do crédito e do investimento.

A 1ª solução encontrada para reativar o consumo e a produção foi o FED (Banco Central Americano) despejar bilhões de dólares para estabilizar bancos e socorrer as empresas e o governo reduziu o juro básico para 0,25% ao ano para tirar a economia da recessão (declínio do PIB por 02 ou mais trimestres consecutivos).

A 2ª solução foi aplicar pacotes (fiscal, estabilização do setor financeiro e do imobiliário), mas não foram suficientes para animar os mercados e nem deter a queda da demanda, emprego e investimentos.

Como o problema é uma crise no setor bancário (a estimativa do rombo é da ordem de 4 trilhões de dólares), o capital não está vindo das instituições financeiras.

Os países ricos já despejaram quase 12 trilhões de dólares para evitar a deflação (uma queda constante e prolongada dos preços e as pessoas adiando as compras na expectativa que baixem mais). Este caminho quebra qualquer economia, pois gera desemprego em massa, falência de empresas, baixos níveis de produção e investimentos.

Se este cenário vai acontecer ninguém sabe, tudo isto é uma novidade, pois o problema financeiro atual é causado pelo setor privado e não pelo público, o que torna mais difícil planejar os negócios.

Entenda como as empresas brasileiras poderão ser afetadas.

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Como as empresas brasileiras podem ser afetadas

por Francisco Barbosa Neto em 10 de junho de 2009

em Crise

A economia brasileira nos últimos anos (2006-2008) cresceu a passos rápidos, ajudada pelo aumento de preço das commodities (minérios e gêneros agrícolas produzidos em larga escala e comercializados em nível mundial), pelo inédito volume de recursos financeiros externos sob as mais variadas formas, pelo crédito interno tomado pelas empresas e uma maior condição de compra do consumidor (empréstimos de longo prazo).

Neste ponto é importante entender que o consumidor brasileiro decide suas compras tomando como base se o valor da prestação cabe no seu bolso, independente da taxa de juro cobrada.

O crescimento do crédito para a pessoa física esteve diretamente vinculado ao aumento do emprego. Até setembro de 2008, a produção industrial cresceu a uma taxa de 7,1% ao ano, gerando 250 mil empregos por mês em um mercado de trabalho de 21,67 milhões de pessoas e com 44% de carteira assinada, as pessoas se endividavam na esperança que permaneceriam empregadas e teriam ganho de renda no futuro. O crédito se tornou um dos principais motores da economia, chegou a 44% do PIB, um número pequeno se comparado com o Chile, China e os Estados Unidos que emprestaram 82%, 114% e 284% do PIB.

A partir de outubro de 2008, seis aspectos precisam ser avaliados:

  • A perda da receita das exportações, devido à queda das commodities;
  • A venda das ações brasileiras;
  • Fuga dos investidores estrangeiros para cobrir perdas em outros lugares;
  • Envio de dólares para as matrizes das empresas estrangeiras;
  • A desvalorização do real provocou perdas inesperadas nos contratos de derivativos em moeda estrangeira;
  • Dívidas das empresas em dólar.

A economia brasileira é vista hoje como bem posicionada para enfrentar a crise externa, apesar do recuo do PIB em 3,6% no último trimestre de 2008.

Não temos os mesmos problemas estruturais observados nas demais economias, temos uma inflação alta, mas controlada, um sistema financeiro instável e a maior taxa de juro real do mundo.

É preciso entender que as empresas usam recursos próprios e também capitais de terceiros (financiamento) para pagar matérias-primas, salários e despesas administrativas para produzir bens ou serviços, depois vende, gera lucro, paga o empréstimo do banco e impostos para o governo.

Isso deveria ser o caminho, mas a realidade é que por vários fatores as empresas cresceram ou mantiveram seus negócios a custa de dívidas, com a crise a situação financeira se tornou muito delicada. Neste momento as empresas, principalmente as Pequenas e Médias, precisam de capital para produzir, girar a roda dos negócios e voltar a empregar.

Mas como a oferta de crédito externo desapareceu, muitas empresas brasileiras de grande porte tiveram de correr para as linhas de crédito em moeda nacional e a conseqüência foi o sumiço do crédito (capital de giro) para as Pequenas e Médias Empresas.

Os 09 maiores erros na gestão empresarial.

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Os 9 maiores erros na gestão empresarial

por Francisco Barbosa Neto em 10 de junho de 2009

em Administração, Controle Financeiro, Crise, Planejamento

Se administrar é fazer escolhas, devemos buscar acertar sempre, caso contrário os recursos e tempo investidos serão desperdiçados.

  1. Há luz no final do túnel

    • Deixe de ser centralizador, avalie quais são seus talentos, aptidões e competências para administrar um negócio.
    • Procure escutar (atenção + pensar + atitude) em vez de ouvir (ato involuntário), não tenha medo de enfrentar situações que causam frio na barriga, incerteza e ansiedade.

    • Entender que através dos erros que se aprende.
  2. O que é uma empresa

    • É um organismo vivo, dotado de mente (foco estratégico), corpo (foco tático) e espírito (foco operacional) que utiliza recursos: materiais, tecnologia, financeiros, tempo e capital humano para produzir, ou comercializar com o objetivo de gerar lucro, liquidez e rentabilidade.
  3. Negócios são pessoas

    • Entenda que clientes não compram produtos e/ou serviços, mas um pacote de conveniências que lhe proporcione uma maior percepção de valor (algo que ultrapasse o fator preço) como: entender a necessidade, desejo ou desconforto, oferecer uma solução adequada, fazer de forma simples e cumprir o prometido.
  4. Como construir um sonho

    • Analisar a curto, médio e longo prazo as oportunidades, riscos e ameaças da empresa, elaborando um plano de negócios, que nada mais é do que colocar no papel uma simulação de como a empresa funcionará, através de: viabilidade de mercado, análise de concorrência, avaliação do diferencial competitivo, elaboração de um planejamento operacional, financeiro, tributário e fiscal.
  5. Cliente é a razão de ser das empresas

    • O ato da compra tem pouco a ver com o lado racional e tudo a ver com o lado emocional. Pode parecer difícil de compreender, mas ao comprar algo não estamos em busca exatamente de um produto ou serviço. Algumas vezes, buscamos uma solução para os nossos problemas, porém na maioria das vezes queremos mudar nosso estado emocional: de desânimo para ânimo, de tristeza para alegria. Em suma, ao adquirirmos um CD, não estamos comprando simplesmente música (necessidade), mas “a sensação que a música nos traz.” (expectativa)
    • Não cometa o erro de querer atender todos os clientes da mesma maneira. Em média, 20% dos seus clientes representam 80% do faturamento, portanto esqueça alguns clientes que não contribuam significamente para a lucratividade, para isso existe a concorrência.
    • Defina claramente quais produtos e serviços devem ser vendidos no mês, estabeleça cotas de vendas semanais, preço médio, prazo de recebimento e para quais clientes vender.
  6. A verdade dos números

    • Muitas pessoas sentem certa rejeição diante dos termos do mundo das finanças como Planejamento Orçamentário, Fluxo de Caixa, Ponto de Equilíbrio, Demonstrativo de Resultado e Balanço Patrimonial.
    • Números são meros reflexos das decisões que se toma. A gestão de negócio não pode acontecer ao sabor das circunstâncias, saiba a diferença entre receita, custo e despesa, e como estabelecer Lucro, Liquidez e Rentabilidade.
    • Todo problema financeiro é conseqüência de um problema operacional, cuidado com excesso de controles para não perder a agilidade.
  7. O Lucro está no estoque

    • A maior parte das saídas de dinheiro de uma empresa está no setor de compras. Quando as compras são erradas, excessivas e mal planejadas aumenta a necessidade de capital de giro e compromete a saúde financeira. É muito comum uma empresa não ter o exato conhecimento da variedade de itens, da quantidade estocada e do capital investido. Para tanto, alguns controles são fundamentais:
      • Custo da Mercadoria ou Produto ou Serviço vendido;
      • Margem de Contribuição unitária;
      • Giro de Estoque;
      • Estoque mínimo;
      • Pedido de compra;
      • Estoque Segurança.
  8. Escolha as pessoas certas

    • As empresas buscam efetividade e flexibilidade para se adaptar as novas diretrizes do mercado, enquanto os funcionários almejam a segurança do seu emprego e a remuneração. Precisamos ajudar as pessoas a descobrirem seus talentos, com isso desenvolverão confiança, estima e terão a chave para a auto realização, pois vão perceber que podem crescer e aprender com a empresa. É fundamental dar treinamento para desenvolver, na equipe, a capacidade de aprender fazendo, disponibilizar procedimentos para não executarem as tarefas de acordo com o seu julgamento pessoal, estabelecer indicadores representativos para avaliar sua performance, criar um programa de participação nos resultados, e estimular o trabalho em equipe.
  9. Informações que garantem o retorno do investimento

    • Antes de comprar um sistema de gestão é necessário mapear todo o processo do negócio para dimensionar o mais adequado.
    • Cuidado que o barato sai caro.
    • Todas as informações têm algum tipo de significado, servem para que se faça um acompanhamento em tempo real e para desenvolver indicadores que informem situações críticas com antecedência.

Controle o seu Fluxo de Caixa.

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